Seguimos a todo o vapor para uma governança global apoiada na tecnologia, como aliás temos vindo a alertar neste blog. Isto só foi possível através de muita propaganda como em “1984” e com a estupidificação da sociedade como em “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley, um processo longo, que foi apresentando muitos sintomas, agora está no pico da carga viral, em breve levará à falência do hospedeiro.

Esta época balnear permitiu compreender bem o comportamento das pessoas. O covid termina quando as pessoas chegam à areia, até lá vão de máscara. As toalhas amontoam-se, na água estão ao molho. Subitamente na areia o covid desaparece, o costa não está a ver. Até à praia, existe o medo da autoridade, da multa, da reprovação social, mas não do covid, com certeza, porque na areia é tudo diferente, um mundo à parte, tudo negacionistas, sem apartheid sanitário, sem álcool gel, pulverizadores de ozono ou semáforos. Ainda assim, as pessoas chegaram à areia com o sentido de dever cumprido, minimizaram os riscos, não fosse o costa estar a ver.

Este tipo de comportamento faz lembrar aquelas pessoas com um transtorno obsessivo compulsivo. Existe pouca dúvida de que a população portuguesa tem um compromisso intrínseco com a indústria farmacêutica. Bem diz um jornalista que agora tem de defender o covid porque tem um livro para sair sobre o tema, que a população portuguesa acredita nas vacinas, e eu acrescento e não só. O povo é viciado em anti-depressivos, as estatísticas corroboram.

A praia é assim um excelente local de estudo. A maior parte das pessoas está em baixo de forma, só come comida de baixa qualidade e têm o corpo profanado com tatuagens, que incluem, quer motivos cristãos, quer motivos pagãos, tudo misturado, uma salada russa. O corpo está como a cabeça, confusa, replexa de lixo, proveniente da televisão, de tanto big brother, telejornal e telenovelas. Trocaram a Fé pela televisão, pelos políticos e pelos especialistas. As pessoas ou leem revistas cor-de-rosa ou livros de ficção, vivem completamente alienadas da realidade, como os socialistas gostam. Pessoas assim são terreno fértil para receber uma qualquer vacina que lhes resolva os problemas, sejam qual forem os efeitos adversos. Nem é preciso DJ até às tantas, as pessoas vão de bom agrado. Existe uma completa relação de confiança, um “confia na ciência” que deixa as pessoas descansadas, nem que fiquem com paralisia de Bell. Uma espécie de relação burlão e burlado, ou síndrome de Estocolmo, que perante factos resulta na resposta “prefiro nem saber”, um autêntico compromisso com a versão vigente. No fundo, uma lobotomização completa. Sem pressa, haverá terceira dose para todos. A estratégia será a mesma, dos idosos e profissionais de saúde, passará para os adultos e depois para as crianças. Todo um teatro pelo meio, de recua, avança, mas o plano seguirá em frente. O certificado até tem validade e a encomenda está feita. É sempre a aviar, pelos profissionais de saúde que agora reclamam por melhores condições, depois de terem andado a fazer vídeos para o Tik Tok no último ano e meio. Serão também despedidos, se não tomarem a sopa mágica, a julgar pelo que se vai passando noutras ditaduras como França. De heróis que recebiam palmas das varandas, ao estatuto de leprosos.

A conversa das pessoas na praia incide sobre as vacinas. Orgulhosamente dizem qual tomaram e que ficaram uma semana de cama. Tudo normal, tal como aparecer caroços, ficar com as pernas dormentes ou desmaiar. Tudo normal, é o sistema imunitário a funcionar, pelo menos não desligou de vez. O que virá a seguir, pouco ou nada importa. O importante é o efémero e atingir a imunidade de grupo. As pessoas dizem todas o mesmo, usam os mesmos chavões, estão completamente estupidificadas, prontas a serem massacradas. Uma sociedade estupidificada, doente e desarmada está à mercê da vontade dos políticos, da sua esmola. Nestas e noutras conversas, as pessoas dizem que tomaram vacina por causa do certificado, não é por medo do vírus. No fundo, elas não querem segurança ao invés da liberdade, ao contrário do que lhes foi oferecido. As pessoas reconhecem o valor da liberdade, mas subjugam-se para ter algo que é seu direito. Preferem não lutar por um direito seu, num estado de direito normal, são covardes, como gostam os socialistas, que não gostam de ver a sua autoridade questionada. A verdade é que ao submeterem-se a algo para terem algo que é um direito seu, estão a viver numa liberdade condicional, dependente de mais doses inoculadas ou outras coisas várias. Mal não faz, criatividade não falta aos socialistas, como se pôde comprovar nos últimos meses com a constante alteração de regras. Hiperinformação que paralisa a sociedade, a amendronta e que faz parecer que o poder está sempre do lado de quem dita as regras. O costa disse. A polícia multou. O vizinho denunciou. A criação de um apartheid sanitário (ou outro qualquer) está a dependente da vontade dos políticos. Hoje os não vacinados, amanhã os com excesso de peso ou obesos. Afinal de contas têm muitos fatores de risco associados à covid, diabetes e doenças cardiovasculares. São uma despesa para o serviço nacional de saúde, sobrecarregam o serviço nacional de saúde. Consomem muitos recursos, comem muita carne, são também um problema para as alterações climáticas, é preciso achatar a curva. As pessoas esquecem-se que o inimigo está acima, nunca ao lado. A segregação é sempre um mau princípio. Segregados hoje, repressores amanhã. A sociedade vive e viverá sempre dividida, facilmente governada. Os oligarcas acumulam cada vez mais, não se dividem, fazem grandes jantaradas sem máscara, comem bifes de vaca e andam de avião a jato e mandam-no a si comer gafanhotos ou escaravelhos, usar máscara até na varanda de casa e andar de bicicleta, também de máscara.

Nesta insanidade completa as pessoas ainda perguntam “mas o que os políticos ganham com isto?”. Conhece algum político que tenha sido demitido por má gestão relacionada com a covid? Este é o momento ideal para governar, o covid serve de desculpa para tudo, para erros, para negócios, etc. A população está amedrontada, obedece a tudo, ninguém questiona nada. Bate palmas e pede mais repressão. Um emprego assim é como trabalhar das 9 às 5 numa repartição pública. Só é preciso manter o número do tira máscara, mete máscara e do alcool gel, porque já andam todos aos molho. Mas tudo isto é reflexo de um processo de instrumentalização que inclui as pessoas pensarem que os erros dos políticos são por mera incompetência, como se não houvesse maldade neste mundo e se se portarem mal vão à vida deles. Todos os políticos são pessoas de bem e tomam más decisões porque não são capazes de tomar melhores decisões. Além disso, até é mal pago, a mãe é que paga as despesas. Apareceu isto do covid e não é fácil. Tudo isto legitima o sistema democrático, que em teoria se baseia na procura do mais competente reconhecido pela maioria da população, que terá a oportunidade de mostrar o que vale. Um dom sebastianismo bacoco e infantil. O problema é que a maioria das pessoas está lobomotizada, vive alienada da realidade e o voto conta igual. Uma maioria de idiotas que para os políticos basta dar umas migalhas ou tirar umas selfies para estabelecer o sentido de voto. Não são precisos chouriços, máquinas de lavar ou viagens de helicóptero, hoje é mais barato do que nunca. Também os políticos estão preocupados com os seus interesses e de quem os financia. Um ciclo vicioso. Pergunto novamente, conhece algum político que tenha sido demitido por má gestão relacionada com a covid? Como bons socialistas tiram sempre partido da situação.

Estas semanas têm sido recheadas de novidades. Parece que o capitão iglo foi confrontado num centro de vacinação e respondeu no estilo habitual das autoridades em portugal que não gostam de ver a sua autoridade questionada, quer se mate um sujeito em plena auto-estrada ou as golas anti-fogo ardam mesmo. Quando confrontado marcelo manda meter a máscara ou fala em sondagens, costa ora foge, ora tenta agredir pessoas de idade. Capitão iglo menos batido nestas andanças, no calor do momento fez afirmações interessantes. Apressou-se a dizer que a vacinação é livre, que as pessoas se inscrevem de forma livre, descartando qualquer tipo de responsabilidade, mas também não deu uma resposta cabal às acusações que lhe foram feitas. Está a cumprir uma missão, não importa os danos colaterais. Como pode uma população ser livre de escolher, sujeita a 24 horas diárias de propaganda, apresentando apenas uma lado dos factos? É verdade, ninguém aponta uma arma à cabeça para que as pessoas se vacinem, mas condicionam todo o contexto para que essa pareça ser a única solução. Pura semântica. Disse também que um dos assassinos da sociedade era o negacionismo. O infarmed e a agência europeia reconhecem a existência de efeitos adversos graves. Estudos e a própria agência europeia do medicamento referem que a vacina não previne nem a infeção, nem a transmissão. Será o capitão iglo um negacionista? Interessante, que nos dias a seguir isto a expressão negacionistas foi repetida à exaustão nos meios de comunicação. Autêntica programação, um exemplo claro de toda a instrumentalização que tem ocorrido, só mentiras, só propaganda. Disse também que outro assassino é o obscurantismo. O capitão iglo não gosta da maçonaria, dos rituais bizarros com avental, portanto?! Ou será um negacionista? Disse também que não tinha medo dos manifestantes e que saía pelo mesmo sítio. Entrou sem escolta, saiu escoltado, viverá agora escoltado. Noutra entrevista recusou-se a criticar os políticos, os mesmos que arruínam o país com negócios obscuros, inclusive com submarinos. Será o capitão iglo submarinista um negacionista? Já teve uma acusação de crime de difamação agravada, ou uma vez mais será um negacionista? Tudo normal num país que em caso de guerra, terá uma frente de combate com altas patentes, um luxo de nível mundial.

Esta semana o Papa disse que tomar a vacina do covid era um ato de amor, aquela que tem células de fetos humanos. O mesmo Papa que diz os dez mandamentos são uma coisa assim-assim, não é bem para ser levado a sério. O mesmo Papa que propaga o ecumenismo, os católicos são iguais aos muçulmanos que promovem a poligamia, as relações entre menores e maiores de idade e a ostracização das mulheres. O mesmo Papa que reuni com os Rothschild, que tem passado ligado à causa comunista e que promove motivos pagões e maçónicos no presépio de Natal. O mesmo Papa que não dá voz aos que pensam diferente de si e que enche o colégio de cardeais com os que pensam como ele. O mesmo Papa que não diz uma única palavra sobre a minoria mais perseguida no mundo (Cristãos) que são violados, ostracizados e assassinados pelo mundo fora. O mesmo Papa que nada diz quando igrejas são queimadas ou destruídas pelo mundo fora, tornadas em centros comerciais ou skate parks, a completa destruição de uma civilização. Está claramente ligado à causa globalista, agora é um influencer das vacinas, quando bastaria apenas uma intervenção sua para esclarecer as pessoas. As pessoas gostam dele, é simpático, parece o marcelo que anda a mostrar o certificado digital aos jovens, mas em versão religiosa. As pessoas têm uma tendência inata para escolher Barrabás. Mas nem tudo está perdido no Cristianismo. Padres da Igreja Ortodoxa, esclarecem as pessoas, dizem aos Gates, Schwab e Soros para levarem a vacina e deixarem as pessoas em paz. Conhecem o comunismo melhor que ninguém, e sabem que o que estamos são os sintomas da mesma doença. A perseguição, isolamento, morte e fome virão, eles sabem disso, por isso não deixam que agenda avance. Tudo é progressivo e corretamente orquestrado. Até já há pessoas que dizem que os não vacinados deviam ser presos e morrer à fome. Ontem judeus, hoje não vacinados, amanhã obesos, idiotas, ou outra categoria qualquer. A história repete-se e as pessoas não aprenderam nada, continuam igualmente estúpidas. Os não vacinados, em breve sem direitos, os novos leprosos da era moderna, estarão isentos de outros deveres cívicos, como pagar impostos, por constituírem um perigo para a saúde pública? Não vá o dinheiro deles, ter a nova lepra da era moderna.

Esta última semana foi repleta de surpresas, com a verdade a começar a ser conhecida. Uma pessoa com graves conflitos de interesses já aqui reportado neste blog, tem recebido milhares de euros das farmacêuticas. O preço da sua saúde e do seu filho têm um preço, mas quem fica com a boca ao lado é você e o seu filho com miocardite enquanto ele goza o dinheiro. Uma estrela do desporto assumiu que recebeu dinheiro para defender os confinamentos, mas como é uma pessoa com princípios, negou e denunciou a situação. Ao que parece um grupo de cidadãos e profissionais de saúde avançou com uma ação judicial para suspender a vacinação em menores. Parece que o peso na consciência tem limites ou estão a ver a chegar a hora dos filhos levarem com a sopa mágica. Serão todos eles negacionistas? Ou obscurantistas? Ao que parece querem sujeitar as crianças e jovens, no regresso às aulas, ao teste PCR, teste esse recentemente proibido na dinamarca. Inteligentes são os portugueses, que aqui no burgo socialista da bazuca, submete as gerações futuras a experiências, não vá o costa estar a ver, ou ser reprovado socialmente.

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Gualdim Pais

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