Parada do 1 de Maio, Moscow, URSS, 1972, crianças à espera do autocarro. O slogan em russo diz o seguinte…”Sionismo é a arma do Imperialismo”.


Não raras vezes reparo que a maioria das pessoas segue uma linha de pensamento, uma retórica de um governo, uma ala, sem que procurem o contraditório, esses argumentos por vezes não batem certo com os factos, isto quer dizer, não são os factos que estão mal, são certas retóricas. Lembro-me quando ainda não tinha lido vários livros, nomeadamente da maçonaria, dava como certo os protocolos dos sábios de sião, que o seu conteúdo era proveniente de uns judeus maus, eu como católico era-me mais agradável acreditar nesta versão.Mais tarde quando o general Pacepa, o único dissidente de alta patente, relatava como o KGB fabricava narrativas no ocidente, e o continua a fazer, ao contrário do que muitos pensam, utilizando os judeus como maus da fita, criando mentiras contra a Igreja católica, sua inimiga fidagal, com a farsa de que o Papa Pío XII foi conivente com o regime nazi, quando até a sua fortuna pessoal deu para ajudar os judeus.

A aranha tem características judaicas estereotipadas, uma postura desprezível e uma carranca agressiva. A palavra “sionismo” está em suas costas. A teia tem a Estrela de David em seu coração e é composta de calúnias, mentiras, atitudes anti-soviéticas, “a questão judaica” e anticomunismo — palavras escritas ao longo dos meridianos da teia. A vil qualidade anti-semita dessa imagem é óbvia, e o rótulo “sionista” não faz nada para reduzi-la. 



O KGB o responsável por milhares de dos protocolos espalhados pelo médio oriente, ainda hoje perpetua o ódio, é disseminado para atingir a américa, no entanto, temos de entender, que a américa, a igreja católica, o povo judeu, os britânicos, o povo russo, tem várias facções e não se pode taxar tudo pela mesma bitola.

Edição francesa com os protocolos dos sábios do sião. O judeu como aranha é uma característica intemporal no arsenal anti-semita, (Observem que o judeu aqui não é um sionista, mas um judaico-bolchevique, o que ilustra bem a flexibilidade ideológica eterna do anti-semita, escancara a mentira de sempre tentando separar semitismo de sionismo) O império britânico utilizou a maçonaria, e algumas destas pessoas financiaram o comunismo, com ligações à maçonaria americana, estes grupos são agentes que se infiltraram no poder. Temos de ter o cuidado de os separar, sabemos sim que os da elite são todos mações, e que os mais abaixo na hierarquia obedecem sendo mações ou não.

Os portugueses mais pérfidos que vieram ao mundo, Durão Barroso, António Costa, Rui Rio, António Guterres, convidados ou obedientes ao grupo bildeberg, estão hoje comprometidos com estas elites de poder, a um nível que nem o José Sócrates “o ladrão” esteve. Se alguém quiser escrever um livro e dizer que os portugueses são todos maus e pérfidos, porque são católicos, blabla, porque votaram nestas almas do inferno, que outra coisa não os espera, com certeza que estará a ser injusto.A legenda diz: “os extremistas israelenses continuam suas provocações ousadas porque têm o apoio do Imperialistas americanos. ” a quando do Conflito Árabe-Israelense, Caricaturas Soviéticas, 1967–1973 por Yeshayahu Nir, Tcherikover Publishers, 1976. 

A legenda diz: “os extremistas israelenses continuam suas provocações ousadas porque têm o apoio do Imperialistas americanos. ” a quando do Conflito Árabe-Israelense, Caricaturas Soviéticas, 1967–1973 por Yeshayahu Nir, Tcherikover Publishers, 1976.

É necessário então, perceber que não é o judaísmo, ou o povo judeu que nos quer controlar, nem os sionistas, por ventura há alguns, mas também há “católicos” a tentar destruir a igreja católica, maioria comunistas e mações, infiltrados no Vaticano e a produzir conteúdos a mando do KGB.

A mão de um judeu-sionista guia os Estados Unidos para cravar um prego nas terras árabes já marcadas com uma estrela de David. O martelo tem um cifrão — um motivo frequente na caricatura soviética que invoca a conhecida característica anti-semita dos judeus e da ganância. “Desenhos de Plunderer’”, R. Gadimov, Bakinsky Rabochi, 21 de junho de 1967. O conflito Israel-Árabe Conflict, caricaturas soviéticas, 1967–1973 por Yeshayahu Nir, Tcherikover Publishers, 1976. Continua a agenda a ser implantada, o mesmo perfil de pessoas, a grande maioria mações, ocultistas, alguns deles monarcas que se renderam às vantagens dos monopólios, os maiores cadeias do planeta do big tech, socialistas fabianos, com sede de poder, e o socialismo presta-se a ceder a ideologia em troca de que os seus líderes sejam recompensados. Há que condenar as suas ideias, gnósticas, a sua política de ausência de liberdade, de controle, de lobby para extrair rendas e tratar a população mundial como uma manada de bovinos, a quem retiram a pele para se vestirem, o leite, a carne, para se alimentarem e as vacinas de doenças respiratórias, para enriquecerem, vírus da constipação, ninguém consegue parar, só parando de respirar.

Após esta breve introdução, deixo-vos com o prefácio do livro “The-Conspirators-Hierarchy-The-Committee-of-300″ de Jonh Coleman, escrito em Novembro 1991, sendo este trecho retirado da 4a edição.

“In my career as a professional intelligence officer, I had many occasions to access highly classified documents, but during service as a political science officer in the field in Angola, West Africa, I had the opportunity to view a series of top secret classified documents which were unusually explicit. What I saw filled me with anger and resentment and launched me on a course from which I have not deviated, namely to uncover what power it is that controls and manages the British and United States governments.

I was thoroughly familiar with all of the well known secret societies such as the Royal Institute for International Affairs (RIIA), the Council on Foreign Relations (CFR), the Bilderbergers, Trilaterals, the Zionists, Freemasonry, Bolshevism-Rosicrucianism and all of the spinoffs of these secret societies. As an intelligence officer, and even before that as a young student in the course of my studies at the British Museum in London, I had cut my eye teeth on all of them, plus a good number of others with whom I imagined Americans were familiar.

But when I came to the United States in 1969, I found that names like the Order of St. John of Jerusalem, Club of Rome the German Marshall Fund, the Cini Foundation, the Round Table, the Fabianists, the Venetian Black Nobility, the Mont Pelerin Society, Hellfire Clubs, and many others were at best totally unknown here, or else their true functions were at best but poorly understood, if at all.

In 1969–1970 set about remedying the situation in a series of monographs and cassette tapes. Much to my surprise I soon found plenty of people willing to quote these names as if they had known of them all of their writing careers, but who were not in the least bit knowledgeable about the subjects, yet quite unwilling to state the source of their lately acquired information. I consoled myself with the thought that imitation is the sincerest form of flattery.

I pursued my investigations, pressing on in the face of severe risks, attacks on myself and my wife, financial losses, continual harassment, threats and calumny, all part of a carefullycrafted and orchestrated program to discredit me, run by government agents and informers, embedded in the so-called Christian rightwing, the “Identity Movement” and rightwing “patriotic” groups. These agents operated, and still operate, undercover of strong and fearless outspoken opposition to Judaism their main enemy, they would have us believe. These agent-informers are led and controlled by a group of homosexuals who are wellliked and well-respected by political and religious conservatives all across the United States.

Their program of calumny, lies and hatred, disinformation about my work, even lately attributing it to other writers, continues unabated but it has not had the desired effect. I shall carry on with my task until I have finally ripped off the mask of the entire secret upper-level parallel government that runs Britain and the U.S. This book is a part of that ongoing effort.”

Jonh Coleman