Basta existir para viajar, estar consciente, conectado com o Universo, com o Outro.
Basta existir porque não há amarras para o sonho, a imaginação e o pensamento.
E basta existir para pedir explicações e principalmente para exigir que Direitos Humanos
inalienáveis sejam honrados sem quaisquer restrições ou excepções.

E não! Para viajar não é preciso ser complacente com a tirania.
É sim urgente lutar contra ela.

Para viajar basta existir e basta dizer NÃO!!

Direitos Cardinais como o Direito à Integridade Física, ao Livre Arbítrio, ao Consentimento
Informado, à Livre Circulação e à Liberdade de Expressão, não se restringem nem em
Emergência Sanitária.
Isso é mentira. Mais uma, dentre as muitas que vos vêm contando desde há muito e
despudoradamente desde há 15 meses.

Restringem-se privilégios não direitos.
Isolam-se doentes não saudáveis.
Protege-se não se abandona.
Educa-se não se discrimina e muito menos se censura.
E jamais, jamais se impõem dispositivos médicos por decreto e sem fundamento cientí co
tampouco se obrigam a actos médicos pro láticos, diagnósticos ou terapêuticos sob pretexto
algum.
Sugere-se, aconselha-se, jamais se obriga!
Jamais!

Está difícil de perceberem porque a vossa iliteracia em Saúde é tão gritante quanto vossa a
iliteracia em Direito.
Nem sequer as imunizações constantes do Plano Nacional são obrigatórias!
Nem essas!!!

Compreenderam?
Diga a senhora ministra o que disser.
Opinem as eminências pardas mediáticas o que opinarem.
É o que Lei define .
É o que Ciência dita.

Quando uma imunização funciona e, de facto, o É, quem se imunizou está protegido contra o
agente alvo e contra os não-imunizados. Por isso não é preciso obrigar.
Sempre assim foi sempre assim será – excepto quando nos mentem em relação ao que nos
inoculam.

E atentem que para se obrigar à vacinação ou a quaisquer outros actos médicos será preciso
regredir aos tempos de Josef Mengele e demais atrocidades praticadas nos regimes totalitários
estalinistas, maoístas e demais su xos “istas” cuja repetição não pode ser consentida numa
Humanidade que se afirma inclusiva, solidária e compassiva.

E assim é porque a Constituição da Républica Portuguesa, os artigos 156° e 157° do Código
Penal, a Lei do Acto Médico, o Código de Nuremberga, a Declaração de Helsínquia e a
Declaração para a Bioética e Direitos Humanos o regulam e principalmente o Proíbem!!.

A obrigatoriedade da vacinação em geral e destas injeções em particular está proibida.

Compreenderam?

Enquanto não atestarem ofcialmente os óbitos da Democracia e do Estado de Direito, podem
criar as Task-force que entenderem que não servirão os propósitos da ditadura a não ser que,
a mesma, se assuma de vez.
Até que tal aconteça, não vale tudo.
Ainda não vale tudo.
E não vai valer tudo apenas porque alguns de vós estais borrados de medo e reivindicais a tirania
porque nem livres mereceis ser. Cobardes!

Não se certificam inoculações experimentais como salvo conduto para viajar, porque são
experimentais e porque contra um vírus que, ao contrário daqueles que são endémicos em
algumas partes do globo – como o da Febre Amarela, circula em todos os continentes à
semelhança do HIV, dos Influenza A e B do vírus da Hepatite ou mesmo do bacilo de Koch.
Portanto se a diarreia legislativa e o vómito mediático não traduzissem uma ignorância
confrangedora e se encerrassem genuína preocupação sanitária, jamais teriam parido um pass-
apartheid pois não faz sentido epidemiológico e muito menos humanitário.
O que é pandémico ou está endémico globalmente não se certifica.
Compreenderam?

Nunca a tal se assistiu na modernidade desde os tempos mais negros da História da Medicina.
Talvez na Coreia do Norte… podereis sempre emigrar para lá.
Mas até que o decidis fazer, ide estudar, informai-vos e tomai um banho de democracia e de
humanismo pois tresandais.

Não se podem discriminar cidadãos por exercerem o seu direito ao Consentimento Informado – o
instrumento legal que assegura que o Direito à Integridade Física não é violado por um qualquer
tiranete ignorante e mauzinho seja ele uma alta patente militar, um político bem falante, um
comentador pseudo-intelectual, politicamente correcto e muito, mesmo muito, imbecil. Sequer
por um “especialista” paternalista atolado em confitos de interesse.

E depois aonde fica a objecção de consciência?
E aonde ficam as contra-indicações médicas, absolutas ou relativas, contra o acto que se
pretende regular como obrigatório?
Não se pune o livre exercício de um Direito Inalienável por mais que o mesmo vos incomode.
Compreenderam?

Tenhais consciência do que apregoais, sugeris e estais a reivindicar?
Ide estudar!
Tende vergonha!
E tirai a máscara – a cirúrgica e, principalmente, a da hipocrisia!

Condenais (e muito bem), a discriminação racial, étnica, religiosa, sexual e social – eu também.
Encheis a boca com palavras e motos cheios de beleza e grandiosidade.
Defendeis fervorosamente (e muito bem) a solidariedade, a igualdade e a liberdade
Alguns de vós até tratais o cão como gente – nada a obstar!
Haveis condenado o Apartheid porque o racismo e todo o tipo de estigmatização são hediondos.
-aplaudo e subscrevo!

Vindes agora defender o Apartheid Sanitário?!
Já haveis parado para vos escutardes?

Aonde ficaram a vossa memória, a vossa racionalidade, o bom senso e a vossa humanidade?
Cuidado com o que desejais!!

“Para viajar basta existir”!
Ser complacente é perigoso e é um atentado à dignidade humana e principalmente à vossa
dignidade – acaso sereis invertebrados? Cobaias talvez…

Ignorar os vossos direitos é meio caminho para a subjugação e a porta escancarada para a
segregação .
“Para viajar basta existir”!!
E, se ainda tendes uma réstia de hombridade:

Gritai!!!

Não à Discriminação!
Não! ao Apartheid!
E NÃO AO APARTHEID SANITÁRIO!

A minha Liberdade continua com a do outro.

“Nunca, nunca, nunca mais deixaremos esta bela terra voltar a experimentar a opressão de
uns e outros. Vamos deixar a liberdade reinar”. Nelson Mandela

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03 de Julho de 2021

Margarida Gomes de Oliveira é Licenciada em Medicina Assistente Graduada em Anestesiologia e Reanimação. Mestre em Diagnóstico e Terapêutica da Dor.

Nota: A Margarida tem sido censurada, é uma profissional de saúde tão válida ou mais que as entidades pardas promovidas pela Nova Ordem Mundial e pelo seu complexo enredo de entidades que dominam a maioria dos meios de comunicação sem prestar informação médica de qualidade e ou contraditório, o site farroupim.com dará voz ás suas intervenções sempre que desejar se manifestar, e ainda ficamos eternamente agradecidos pelo contraditório nestes tempos sombrios.


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