Imagem da Missa em França no Séc. XXI na rua, Igreja Católica subjugada à maçonaria e ao estado.



Segundo uma narrativa oriental um rei mostrou um elefante a vários cegos. Mas a nenhum deixou apalpar o elefante inteiro. Lhes disse apenas que era um elefante. Mais tarde os reuniu a todos e perguntou: “O que é um elefante?” Um elefante é como um leque, dizia o que ficou perto das orelhas, o que ficou perto da perna dizia que era uma árvore, outro perto do rabo dizia que era como uma escova…. Cada um além de expor a sua narrativa, queria impor a sua visão no meio da uma gritaria. Tendo acabado tudo à pancada, sem que se chegassem à verdade.

A conclusão é óbvia, muitos perdem o tempo a discutir entre si, incorrendo na contradição das pessoas que só vêm uma parte da realidade e da verdade.

Nas redes sociais ou eventos físicos, temos discussões com pessoas de opiniões firmes, no entanto, na ética da vida, vemos os chavões do costume com apenas o superficial, apenas aplicam em sua mente uma só das vertentes humanas, as restante ficam eclipsadas ou inexistentes, com o perigo de se enfrentar cegamente com aqueles que contemplam outra distinta.

O erro quase sempre vem de ver as coisas sem a conveniente perspectiva, pegada a uma rua afunilada, sem chegar a uma síntese. Por isso se confundem realidades distintas(panteísmo) ou se divide ou contrapõe ao unitário(dualismo). O segundo caso se apresenta como uma bifurcação: Jesus, Deus ou homem? A Bíblia, palavra de Deus ou dos homens? Imortalidade da alma ou existência ressuscitada? O erro nasce quando se opta por um dos temas.

Aristóteles começa sua Metafísica destacando a ânsia humana em adquirir conhecimento: “ todo o homem tem um desejo natural em adquirir conhecimento”. Posso concordar, constatando que o conhecimento abarca uma série de temas, embora a realidade demonstre, quando se trata por exemplo da imprensa tradicional, jornais, televisões, tudo aquilo é mastigado sem que ninguém pergunte nada: quem é o cozinheiro? Fresquidão dos ingredientes? Etc. Enfim, toda aquela palha, é tudo tido como da melhor qualidade, mesmo que o aspecto seja como um excremento, um enorme estrume decomposto, ninguém se dá ao trabalho de cheirar, examinar, observar com atenção, fazer perguntas. Excepto quando alguns provam, os que têm melhor paladar, ou quando chega a hora do pasto começar a dar azia, diarreia, vómitos, febres, refluxo, e o paciente precisar de uma unidade de cuidados intensivos.

Isto leva a que na Dinamarca, um político liberal no sentido ibérico, alertasse em vídeo para uma proposta de lei epidémica bolshevik, do partido social democrata e da sua líder Mette Frederiksen, em obrigar tudo e todos a vacinas compulsórias, confinamentos, gulags, campos de concentração, passaportes intravenosos, tudo muito high-tech e humanista, vindo de um partido que herdeiro “estado social de bem estar”, bem estar do estado, herdeiro de um  promotor da guerra, uma herança que já está a dar lugar a muitos internados. Afirmava o dito senhor que na educação dinamarquesa não falta vontade aos professores e decisores da educação, de enfiar máscaras nos alunos, tendo também sido proposto como trabalho aos alunos escrever “um texto de forma positiva, sobre uma de duas personalidades: Obama ou Bill Gates. Hello!!!

Um prato indigesto, é preciso ter vários estômagos para o digerir, só que os ruminantes possuem vários, os humanos não.

Vamos a alguns exemplos.

Na União Soviética, nem mesmo a casa era um refúgio para os ouvidos do estado totalitário, Svetlana Aleksievitch narra no seu livro que é um monumento ao sofrimento, se aproveitava para falar na cozinha com o rádio ligado. O historiador Orlando Figes, em seu livro The Whisperers: Private Life in Stalin’s Russia, cita a memória de uma mulher soviética de sua infância:

“Fomos criados para manter a nossa boca fechada. ‘Você terá problemas com a sua língua’ — isso é o que as pessoas diziam para nós, crianças, o tempo todo. Passamos a vida com medo de falar. Minha mãe costumava dizer que todas as outras pessoas eram informantes. Tínhamos medo dos vizinhos e principalmente da polícia … Ainda hoje, se vejo um policial, começo a tremer de medo ”.

Porque será que existem tantas pessoas que outrora viveram no bloco soviético e dizem encontrar grandes semelhanças com a sociedade ocidental de hoje?

Há dias ouvi de uma dinamarquesa amedrontada com o vírus da moda: “temos de nos cuidar uns aos outros, temos de ter responsabilidade com o próximo, você ao não usar máscara está a comprometer a sociedade”, como o grande reset prevê abolir a propriedade privada, há-de haver um dia que esta senhora denuncia a colega de quarto de não tomar a vacina, não usar máscara, de não ter lavado as mãos com a sopa salvítica. Svetlana Aleksievitch conta uma história verídica que acabou em suicídio, quando descobriu nos arquivos do KGB depois de 18 anos nos campos de concentração, que a denúncia partiu da pessoa que lhe criou a filha, porque simplesmente tinha inveja do quarto.

À luz da Lei de crimes de ódio e ordem Pública apresentada por um governante do Partido Nacional Escocês. Em depoimento perante um comitê parlamentar o mês passado, o secretário de Justiça, Humza Yousaf, disse acreditar que o alcance da lei proposta deve abranger palavras faladas na privacidade nas casas das pessoas. Quando isto se tornar lei, os pais aprendem a temer os filhos, treinados nas escolas do rígido catecismo das ortodoxias da “justiça social”. E não apenas ler a Bíblia ou o Alcorão para os filhos, mas simplesmente possuir um determinado livro, poderá levar um escocês ao banco dos réus sob a acusação de “possuir materiais inflamatórios”. J.K. Rowling, em princípio, seria presa, simplesmente por ter defendido as mulheres biológicas diante de militantes transgéneros — nem as suas convicções políticas de esquerda seria atenuante. Os que se opõem a isto correm o risco de serem considerados fanáticos, teóricos da conspiração, irresponsáveis, pessoas que precisam de ser reeducadas, no Canadá já há campos de concentração para separar os “contaminados”, não será preciso muito perspicácia para perceber que os motivos não são a saúde, mas políticos.

Mesmo que o projecto de lei sobre crimes de ódio não se transforme em lei, o fato de uma legislação tão chocantemente totalitária ter chegado tão longe é um sinal muito sombrio dos tempos. O projecto é mais um exemplo de totalitarismo terapêutico, marchando pelas instituições das democracias liberais ocidentais, reescrevendo leis, regulamentos e códigos sociais de acordo com uma “lógica terapêutica”: tornar a vida “mais segura” para as minorias raciais, sexuais e religiosas.

Isto leva a que um casal cristão donos de uma pizzaria em Indiana, tivessem de fechar por tempo indeterminado, no twitter apelava-se à in“tolerância”, o incêndio do negócio com os donos lá dentro, o negócio recusou fornecer serviços a um casal gay, o que nos leva a confronto entre liberdades dos gays versus liberdades religiosas. Custava muito ir a uma pizzaria de gays, ser atendido por gays, servido por gays, eu quando quero ir à missa, como sou católico, vou a um templo católico, não vou a uma madrassa arranjar problemas. O problema também está na agenda dos políticos, que utilizam as minorias para aumentar o poder. Se os políticos estivessem preocupados com os gays começavam logo por alertar que tais práticas reduzem a esperança de vida para 35 anos nos transgéneros, nos casais gays para os 54. Não parece assunto de menor importância quando temos tanta preocupação com os gays.

Eles também vêem a categorização das pessoas pela esquerda de acordo com os padrões da política de identidade, e julgando-os com base nessas categorias, como uma repetição do totalitarismo marxista. No bloco soviético, a classe social determinava o status e o destino. Você não era julgado com base em seu carácter, mérito, e acções individuais, mas sim como um representante de sua classe. Na Argentina o porta-malas do Soros, Alberto Fernandez diz que é preciso acabar com a meritocracia e promover a “justiça social”. Em nossa época, a classe social deu lugar à identidade racial, sexual e outras formas de identidade.

Essa é a essência do totalitarismo. O autoritarismo é uma condição em que a vida política é controlada por um único líder ou partido, mas as pessoas são mais ou menos livres, daí os portugueses terem votado Salazar como a personalidade do século XX. O totalitarismo é uma forma extrema de autoritarismo, a pior de todas, em que toda a vida é considerada política. O autoritário quer apenas sua obediência política, o totalitário quer sua alma.

Os médicos nos Estados Unidos observaram um aumento de quatro vezes em meninas adolescentes que fazem cirurgias de transição de género em 2016/2017. Na Grã-Bretanha, o aumento na última década foi de impressionantes 4.400%. Em seu livro lançado em Agosto, “Irreversible Damage: The Transgender Craze Seducing Our Daughters”, a repórter do Wall Street Journal, Abigail Shrier, investiga porquê. Ainda não o li, com estas quarentenas impostas tenho livros que demoram mais de dois meses a chegar, o que antes era questão de uma semana. De qualquer maneira estes já são os dados que deviam alarmar qualquer alma, como a cartilha da ONU, braço político da Nova Ordem Mundial, para retirar soberania aos povos e transferir para as elites não eleitas, está a destruir de forma irreversível as crianças de hoje e as próximas gerações. A ideologia do género é uma ferramenta de poder, tirânica, a pior de todas.

O aborto é a maior causa de morte do planeta, todos os que nos apresentaram outrora estas “evoluções” como muito humanistas, fazem a devida censura na consequente depressão pós-aborto, nos riscos que o aborto comporta, nos interesses financeiros por detrás que têm comprado políticos que são recompensados com reformas na ONU, nas histórias dos que não abortando estão felizes por não o terem feito, e claro, não lhe pesa uma grama por terem assassinado milhões de seres humanos, que não estão mais aqui para se lamentar. Esta gente diz-se muito científica, no entanto, o aborto contradiz todos os manuais e de embriologia, há um ser humano, apenas precisa de protecção uterina e que lhe respeitem os direitos humanos.

Quem nos promoveu estas pautas? Não são os mesmos que nos têm proposto: o covid como uma pandemia, a revolução sexual como uma evolução, o antisemitismo, a ideologia do género como avanço nos direitos, o apartheid e ao mesmo tempo o comunismo do terrorista Mandela que resultou num apartheid ao contrário que assassina brancos e lhes retira a propriedade, apenas por serem brancos, ou toda revolução comunista em África como uma libertação das garras do colonialismo e do capitalismo opressor, ou o informe “Kissinger”, ou dos mesmos que deram um prémio nobel ao Obama da paz, pasme-se, ao Mandela que foi toda a vida classificado como terrorista, treinado pelo KGB, que metia dentro de pneus a arder, os que se atravessavam na revolução comunista, apresentando ao mundo estas personagens como grandes salvadores do comunismo a cair de podre e de popularidade. Os mesmos que nos têm propostos o Grande-Reset, O Novo Normal, o Aquecimento Global e a nova profeta, a Greta, uma menina que é usada e abusada pela elite global para implantar os seus projectos de eugenia e poder totalitário.

Não é e admirar que sejam as mesmas pessoas, as mesmas ideias, os arquitectos são na sua maioria mações panteístas, uma seita que se encontra em contradição permanente, inimigos do ser humano e até dos próprios animais, a eugenia é o objectivo perseguido, o panteísmo é o marketing. O gnosticismo, dispensa Deus da equação, com um ódio visceral ao Cristianismo, a salvação é obtida através de um Grande Arquitecto do Universo, o portador da luz, do suposto conhecimento salvítico, o “deus” ciência, eutanásia e o aborto são relativizados e até necessários para “salvar o planeta”. Os rituais são reveladores, contra Deus, um recambolesco argumento que protege os graus mais altos (Albert Pike) e sustenta assim mais abaixo o mistério, um marketing perfeito para manter rebanho útil e ganhar tentáculos. Já conseguiram em 300 anos colonizar quase todos os organismos de opressão que eles próprios fundaram. Todos partilham a solução de redução da população em níveis realmente assustadores, a eugenia é um dos troncos da árvore que implementam com financiamento em várias frentes, nomeadamente ONGs,daí que apareceu a nova profissão “activista”. As mesmas pessoas que o promovem de forma discreta, são os donos das farmacêuticas, das clínicas de aborto, das patentes de um novo antibiótico que é necessário e específico para aplicar escamas de peixe num excerto para “troca de sexo”, mutilação, de modo a não causar choque repulsivo, uma mutilação que custa 500 000 dólares promovida através da ferramenta de poder — Ideologia do género. A Engenharia Social produzida no Instituto Tavistock, nas fundações dos socialistas fabianos, pelas mesmas famílias de sempre, Rotschild/Rockefeller/Ford/Bill Gates/Soros/Warren Buffet, entre outros da grande mídia, agora com os gigantes do Big Tech a aportar com quantidades maciças de dinheiro assim como o braço armado da censura, ou com a lavagem cerebral em massa, que resulta por exemplo em que pessoas normais pensem que Biden é o presidente eleito nos estados unidos, ou que um embrião não é um ser humano desde a concepção, ou que o transhumanismo proposto no falso Capitalismo 4.0 não vá a ter repercussões tremendamente nefastas e irreversíveis para a saúde do indivíduo.

Em julho, o Barclays informou a Mike Davidson, fundador da Core Issues Trust, que o banco encerraria suas contas em Setembro, devido às suas práticas terapêuticas.

A Core Issues Trust oferece suporte para indivíduos com atracção indesejada pelo mesmo sexo “que procuram voluntariamente abandonar comportamentos e sentimentos homossexuais”.

Também chamada de “terapia reparadora”, essa terapia foi amplamente condenada por muitas “organizações psiquiátricas” que sucumbiram ao politicamente correcto e à tirania, pois há muitos médicos em off a afirmar que se consegue tratar a homossexualidade, quando o médico dinamarquês Peter C. Gøtzsche faz a denuncia com propriedade dos medicamentos para tratamento de doenças psíquicas, a ineficácia em mais de 90% deles e as mortes que causam, os crimes da indústria farmacêutica são assuntos tabu. No entanto, o actual primeiro-ministro Boris Johnson, conservador apenas de nome, prometeu eventualmente banir a Core Issues Trust no Reino Unido, se Mike Davidson fosse fundador da Pfizer, o Barclays também se atreveria a fechar a conta? Será que o pseudo-conservador Boris Johnson atrevia-se a tentar banir a Pfizer do Reino Unido? Quando a Pfizer não cumpre com a transparência dos passos para aprovação dos medicamentos, ou falsifica testes e métodos, e o historial é gigante neste campo, os decisores políticos pretendem aplicar vacinas compulsórias ao mesmo tempo que isentam de responsabilidades as farmacêuticas por futuras contra-indicações. Bem vindos ao Admirável Mundo Novo. James Poulos chama-lhe Pink Police State. Uma distopia que parece passar despercebida segundo alguns professores universitários, raros são os alunos que ao apresentar o livro de Aldous Huxley a reconhecem.

Vamos chamá-la de Laura. Em Setembro, Laura estava no centro da cidade de Leeds fazendo compras, quando seu cartão foi recusado. Ela não tinha a conta no vermelho. Mas essas coisas acontecem, correu para o próximo caixa de levantamento. Mas o cartão dela também não funcionou. Ela tentou outro. Com o mesmo resultado. Laura abriu o aplicativo do banco em seu telefone. Dizia apenas ‘erro’, depois fechava automaticamente. Ela finalmente abandonou suas compras e foi para a filial mais próxima do Santander. Lá, o bancário parecia tão perplexo quanto ela. Após cerca de uma hora de espera, Laura foi chamada ao escritório do gerente.

“Vou ler uma declaração para você”, disse o gerente. “Mas não vou ser capaz de responder a nenhuma de suas perguntas depois disso.”

Ele leu em voz alta:

“Nós bloqueamos sua conta bancária. Não podemos fornecer mais informações. Poderemos entrar em contacto no futuro com mais informações. Mas não sabemos quando será. ”

Ela poderia ter seu dinheiro? Não. Mas como ela deveria voltar para casa? Afinal, ela morava a 13 quilómetros de Leeds. Aparentemente, este não era o “negócio” do banco. Frequentemente, Laura telefonava para o atendimento ao cliente do Santander. Eles responderam: não estavam interessados ​​na reclamação dela e não iriam levar isso adiante. Enquanto isso, sua renda de casa, pedidos permanentes e débitos directos se acumulavam, as multas e penalidades atrasadas cresciam em torno deles, enquanto a vida mergulhava no caos.

Quase um mês depois, ela recebeu uma carta de Santander:

De acordo com os termos e condições … podemos retirar facilidades bancárias a qualquer momento e, de acordo com a política da empresa, não fornecemos mais detalhes.

A conta foi encerrada. Sem ironia aparente, o dinheiro devolvido em cheque.

Laura podia ser qualquer um de nós. Mas ela também é Laura Towler, uma das fundadoras da Alternativa Patriótica. Towler é branca e faz campanha contra a migração em massa e, ocasionalmente, faz publicações para seus seguidores do Telegram. Parece que Towler foi expulso de Santander por causa de suas opiniões. Mas de acordo com as condições do banco, isso não ficou claro.

Por uma estranha coincidência, no mesmo mês, a mesma coisa aconteceu com Mark Collett, seu co-fundador da Patriotic Alternative. Só que Collett não faz transações bancárias com o Santander — ele é com o HSBC. De alguma forma, a mesma coisa também aconteceu, em diferentes países, com os principais jovens brancos da Europa: Brittany Pettibone e Martin Sellner.

A coincidência é abundante no mundo moderno. No ano passado, do outro lado do Atlântico, várias figuras conservadoras quando acordaram já não tinham conta no JP Morgan. Eles eram o presidente dos Proud Boys Enrique Tarrio, ex-funcionário do InfoWars Joe Biggs, Laura Loomer associada ao Projeto Veritas e Martina Markota, uma artista de performance coadjuvante de Trump.

Ainda não percebeu caro leitor o que lhe estou a apresentar? Isto é o sistema de crédito social da China. Tudo o que estamos a viver é o grande sonho comunista.

A China tem já 200 milhões de câmaras de reconhecimento facial, tudo integrado, o povo é controlado como se fosse um robô, há relatos de pessoas a reclamar que na vez da sua foto tem um número, “eu não sou um número eu sou uma pessoa”e não é um número qualquer para o identificar, é a pontuação social.

Mas por que essas pontuações importam? Com base na leitura de documentos do governo chinês, as consequências de uma pontuação ruim:

“… Pessoas com classificações baixas terão velocidades de internet mais lentas; acesso restrito a restaurantes, discotecas ou campos de golfe; e a retirada do direito de viajar livremente ao exterior com, cito, “controle restritivo sobre o consumo em áreas de férias ou negócios de viagens”. As pontuações influenciarão os pedidos de aluguer de uma pessoa, sua capacidade de obter seguro ou empréstimo e até benefícios de previdência social. Cidadãos com baixa pontuação não serão contratados por determinados empregadores e serão proibidos de obter alguns empregos … ”

Um relatório recente de Peter Dockrill no ScienceAlert explica a natureza abrangente do sistema:

“Para actos pessoais e sociais positivos — como pagar contas em dia, fazer caridade e separar adequadamente o lixo, os cidadãos aumentam sua pontuação, o que lhes dá acesso a vantagens, como melhores facilidades de crédito, transporte público mais barato e até tempos de espera mais curtos para os serviços hospitalares.

O World Economic Forum é apenas mais um organismo vassalo dos tecnocratas e do partido comunista chinês. Este é o “Grande-Reset” e todo o aparato de quarentenas que não existe na china, pois lá já está implantado, não é necessários vírus ou cataclismos climáticos convenientes.

Há dias Ricardo Arroja um elemento da Iniciativa Liberal, doutorado, todos na IL são doutorados e muito eruditos, só não conseguem ou não sabem explicar o que deviam, R. Arroja fez um artigo superficial, causa indigestão tanta inocência, o tema era o dinheiro digital, acontece que dinheiro digital já temos, o Bitcoin, e o consenso não é obtido por monopólio de políticos e tecnocratas não eleitos, sendo o projecto de dinheiro digital dos donos do mundo em conluio com o partido comunista em acabar com o dinheiro físico tem outros fins mais escabrosos. R. Arroja não teve coragem de denunciar que o fim desta intenção é principalmente implantar o sistema de controlo social já a funcionar na china, os mesmos que fazem aí umas declarações anti-trump, indignados com a “iliberdade”.

Já percebeu porque a conferência de imprensa mais importante dos últimos 50 anos, dos advogados de Trump, no dia 19/11/2020, não deu manchetes em nenhum jornal, não foi apresentada em directos com a importância devida devida, goste-se ou não de Trump?

Todo este artigo serve como alerta, pois até aqueles que se apelidam de liberais, por ignorância ou por interesses pessoais, escondem a verdade, os inimigos do povo não são só aqueles que estão instalar o totalitarismo, são também aqueles que vivem das mentiras. O grande anti-comunista dissidente Aleksandr Solzhenitsyn acreditava que o problema da modernidade era espiritual e não político. Ele afirmava que os fundamentos do totalitarismo era a mentira(censura), avisava para “não vivam da mentira”, por isso mesmo que a Igreja católica tem dogmas. Aleksandr Solzhenitsyn também denunciava que um dos problemas do homem é que tinha abandonado Deus.

O autor do Arquipélago Gulag deixou um alerta:

Há sempre uma fé nesta falácia: “”não seria o mesmo aqui, aqui tais pensamentos são impossíveis.” Infelizmente, todo o mal do século XX é possível em qualquer lugar da terra.

Bibliografia:

“All we need is the right major crisis and the nations will accept a New World Order.” David Rockefeller

“This pandemic represents a rare but narrow window of opportunity to reflect, reimagine, and reset our world.” Klaus Schwab (WEF)

“The New World Order cannot happen without U.S. participation, as we are the single most significant component. Yes, there will be a New World Order, and it will force the United States to change its perception.” — Henry Kissinger

https://fb.watch/1VtslDv7sr/

https://www.instagram.com/tv/CH3A-9oFVRp/?igshid=18tecehhlfpk0&fbclid=IwAR2RxzsvcJaUzIQ-S6LabIWkVMn12E4eOZpWZIB2oGJY_cE_SUjfJ7exH7o

https://www.youtube.com/watch?v=pF_kXE-HXSQ&feature=youtu.be&fbclid=IwAR3r0Sw3fNiyrAayyT7bY3doroVfh4ryLKNYD_sUT0Hzk8t3gx4lcLuskKc

https://www.youtube.com/watch?v=GeykREAlYSg&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=-eEYlbGlSOM&feature=emb_title

Mark J. Perry, “The environmental costs of renewable energy are staggering,” fee.org, September 15, 2019

Philip Rossetti, “What it costs to go 100 Percent renewable,” americanforum.org, January 25, 2019

“Germany’s renewable energy program, Energiewende, is a big expensive failure,” energyskeptic.com, July 20, 2019

Paul Driessen, “How exactly do they plan to replace fossil fuels?”, wattsupwiththat.com, March 16, 2020

Tom Finnerty, “The false promise of affordable green energy,” principia-scientific.com, November 14, 2020

Frederic Simon, “Eleven million jobs at risk from EU green deal, trade unions warn,” euractiv.com, March 9, 2020

Hayden Ludwig, “The green road to serfdom,” capitalresearch.org, December 24, 2019

Jack Crowe, “AOC’s chief of staff admits the green new deal is not about climate change,” nationalreview.com, July 12, 2019

Nota: o último link desta fila é diz (start her) é um site de um dinamarquês que não deixa pontas soltas, há muita informação também em inglês, mas deixou-me impressionado a clarividência do autor. É algo a visitar. Clique e veja.

https://www.pop.org

https://orwell1984366490226.wordpress.com/2020/11/12/crimes-against-humanity-fraudulent-pcr-tests-taken-to-court-interview-with-lawyer-reiner-fullmich/



Farroupim Dom Fuas Roupinho

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