A globalização e o globalismo são conceitos apresentados como agradáveis, quando na verdade um é o oposto do outro.

Globalização é um movimento iniciado pelos Portugueses, essencialmente económico, em que os povos fazem comércio livremente, com o mínimo de intervenção, permite diversidade e obter o melhor de cada ponto do globo, digamos que seria uma ordem espontânea.

Globalismo ou Nova Ordem Mundial é um movimento discreto, mas não secreto, político, financiado e promovido por tecnocratas, que transfere soberanias das nações para entidades supranacionais, não eleitas, que se escondem na semântica e farsa de que representam a sociedade civil, quando na verdade a consulta ONGs, financiadas pelas maiores fortunas do globo não representam o povo, mas as fundações privadas, que utilizam, nomeadamente a ONU e suas subsidiárias, assim como o Clube de Roma, Clube Bilderberg, Council For Inclusive Capitalism a que se juntou o vaticano com a teologia da libertação de Bergloglio, Environmental Hidden Hand in the Round Table, Trilateral Commission e Council on Foreign Relation, para impor o socialismo fabiano a nível global.


Todos os dias, ou a ler um artigo da imprensa ou a ouvir um personagem da comunicação daquelas que nos aparecem amiúde na imprensa, ou em alguma conversa do quotidiano, levamos com as frases feitas de uma agenda que já tem vida própria, a do clima, é uma agenda que anda por si só sem que nenhum político questione nada, tem roda livre, inclusive destes novos partidos em Portugal, outro bando de criminosos do povo, mais um que se veio juntar aos que já tínhamos.
As frases são todas no mesmo sentido, como que se fosse uma verdade absoluta, dar como verdadeiro, que o homem consegue influenciar o clima, ou as alterações climáticas são obra do ser humano, e com a soberba ainda maior de pretender afirmar que é possível influenciar massas com ordens de grandeza a roçar o campo astronómico.

Essas pessoas que começam uma frase assumindo as alterações climáticas como antropogénicas, são as mais ignorantes, ao cavar meia dúzia de perguntas sobre a agenda do clima, concluímos que ficam pela espuma da imprensa, nunca se deram ao trabalho de estudar absolutamente nada, mas são panteístas, sem saberem porquê, na minha aldeia um rapaz que nunca esteve preocupado com o final do mês, pois herdou o suficiente, tem tempo de sobra para encher a barriga de televisão e abraçar a causa panteísta, é claro que ele está convencido detém toda a informação, não só não detém, como não conhece a origem do movimento.

Não é para os que querem ficar pelas gordas da imprensa que este artigo pretende chegar, esses estão no campo da emoção, eu não sou psiquiatra, não sei como lidar com quem não quer contraditório, nem tem vontade aprender.

O artigo de hoje é para aqueles que já sabem o que foi o climagate, como apareceu o logro do buraco do ozono que patentes havia por detrás, estou a condensar informação para os que se deram ao trabalho de ouvir 20 ou 30 cientistas do clima independentes da política, para os que sabem que CO2 não é poluente e que o IPCC tem uma agenda política, sigla que nem vou explicar, pois como disse, o artigo, é mais sumarento e dirigido a outro público mais curioso.

O meu artigo é sobre essencialmente sobre Maurice Strong.

Maurice e Gorbachev a preparar a reforma do comunismo


A vida e o aparecimento de Maurice Strong, alguém que foi agraciado honoris causa por 70 universidades sem ter instrução superior, é a chave para entender como o mito do aquecimento global antropogénico foi criado e como foi usado para estabelecer o contexto para a Agenda 21. Como este personagem foi e é importante para perceber os dias de hoje.

Eu sei que a maioria dos que vão ler este artigo, nem sequer sabem quem é este personagem. A pergunta que deve fazer a si próprio, é esta:

Como é que o fundador da Carta da Terra, “Pai” do Aquecimento Global, é alguém completamente desconhecido, mesmo daqueles que tentaram durante anos, perceber até onde era verdade a agenda do clima?

Como é que o plano mais significativo e secreto de transformação global que testemunhamos; mais significativo do que as duas guerras mundiais do século passado, fundamenta o argumento para aplicar impostos à escala global, repare que impostos à escala global, pressupõe um governo mundial, e um governo mundial é sinal que houve transferências de soberanias sem que o povo fosse consultado, de forma indirecta, os políticos assumiram que a população abdicava da sobenaria dos seus países.

Como tal, sinto ser importante compreender como é que uma agenda imposta de cima para baixo, citada pelos políticos e tecnocratas repetidamente, como forma de aumentar impostos, intervencionar o mercado a favor dos mesmos que a promovem na ONU. Como é que as massas não sabem absolutamente nada de uma assunto que é amplamente citado todos os dias, subverte as leis de mercado, influencia a vida de todos os indivíduos e ninguém quer trazer a lume as suas origens e personagens.

Convém lembrar que uma taxa sobre os hidrocarbonetos, e o CO2, é um imposto que incide sobre todos os produtos, é taxar tudo, essa coisa de dizer que vamos taxar o CO2 é semântica e doutrinação, nenhum produto escapa ao imposto, tornando-se mais caro viver e comprar o que quer que seja, se havia dúvidas de que estamos a falar de política e não de ciência, penso que este facto é a prova.
Estamos a falar de impostos, de socialismo e não de clima, o que está por detrás é agenda política, promovida por alguém que tem o poder suficiente para influenciar a nível global.

O CO2 foi considerado pelo IPCC, contra todas as premissas da ciência um gás poluente, quando na verdade é o gás da vida. Não vou alongar este tema, é tão óbvio que como disse acima não é o principal, é perder tempo com emoções e casos de psiquiatria.

Toda a agenda assenta em duas grandes falácias, uma é a superpopulação, o tema da população é eugenia, é a base das crendices nas elites, tema que também não vou abordar aqui, faz parte da visão da maçonaria e das elites americanas e ignlesas. Esta agenda não é assumida claramente, é de vez quando aflorada de forma tímida.

A escassez é a outra falácia, essa é uma forma de aumentar o lucro e vender os produtos mais caros, no caso do petróleo, o gás, não são energias finitas, são infinitas, eles não acabam nem vão acabar. A água é outra, e vai ser fortemente aumentada, com a desculpa da escassez.

Estas duas falácias permitem implementar mais regulamentação, a ideologia política mais amiga de regular tudo é o socialismo.

Indiscutivelmente, a noção de escassez como um problema para a humanidade como resultado do comportamento humano foi dada, talvez, sua primeira saída séria através do Clube de Roma, com seu relatório de 1972 “The Limits to Growth”. Este relatório continha projecções que, se fossem precisas, nos teriam feito esgotar a maior parte dos recursos do mundo no final do século passado.
Acabou por ser uma forma muito saudável de fomentar o medo pela elite global, e que tem resultado, tanto assim é que o covid já é parceiro da agenda do clima, outro já com vida própria, o medo é uma ferramenta poderosa, prometo que o meu próximo estudo, vai ser dissecar o tema do medo e como ele foi descoberto pelas elites.

A suposta escassez foi a escusa para um imposto sobre o população global. Nikola Tesla demonstrou no início do século XX como sacar energia do fundo da terra, contudo, foi interrompido pelo JP Morgan, um dos poderosos agentes bancário dos Rothschilds. Um assunto para outro artigo.

É importante entender como a elite global controladora da nova ordem mundial opera em segundo plano e quem são os principais actores e organizações se quisermos ver os fios da história de Maurice Strong.

Este vídeo fornece uma perspectiva útil, embora relativamente favorável, sobre a meteórica ascenção de Maurice Strong. Um pessoa não sobe às mais altas esferas da sociedade, sem talento conhecido, sem cair nas graças ou nas malhas de alguém muito importante. Vou deixar que você saiba quem é a pessoa “importante”.

https://www.bitchute.com/video/oXqJhXOuP6gt/

Repare que as principais figuras do mundo por detrás da agenda da Nova Ordem Mundial, é sempre alguém comprometido com aquecimento global / imposto global / governo mundial.
Saiba que durante muitos anos Maurice Strong viveu na China após o escândalo Oil And Food da Onu, o oligarca sentiu-se acossado e refugiou-se não no Ocidente livre, quem e quando se é que criado no ocidente, estando bem de vida, decide viver na China comunista, sem liberdade, só o faz um oligarca comprometido com o regime.

É óbvio que Strong conheceu David Rockefeller na ONU, apesar de ter pouca educação académica, permitiu-lhe uma influência e uma rápida ascensão na hierarquiaa, depois que arranjou um emprego na sede das Nações Unidas em Nova York.

Strong desempenhou um papel vital na ascensão ao poder do ex-primeiro-ministro canadense, Paul Martin, conseguindo-lhe seu primeiro emprego na Power Corporation do Canadá. O mesmo vale para James Wolfensohn, ex-presidente do Banco Mundial, que mais tarde também contratou Strong como consultor.

O vídeo relata como Strong nascido em 1929, de uma família canadiana pobre com uma evidente e forte motivação de sucesso, aos 17 anos, já trabalhava para David Rockefeller na ONU, quando a ONU estava apenas começando. É claro que Rockefeller colocou Strong sob sua protecção, o promoveu como seu braço na ONU.
E apenas este facto pode explicar o sucesso meteórico de Strong aos 20 anos na indústria petrolífera canadense, só um inocente acredita em ascensões espontâneas a este nível sem cunhas de um adolescente, levando à independência financeira e à liderança da Canada Power Corporation.
Este vídeo demonstra ter sido usado como um campo de treinamento para a elite do poder do Canadá. Curiosamente, o perfil de Strong na wikipédia não menciona essa conexão inicial com a ONU, não que a wikipédia seja fonte fidedigna, mas é a percepção e o relato público. Diz o seguinte: Strong se encontrou pela primeira vez com um importante funcionário da ONU em 1947, e entregou-lhe um cargo temporário de baixo nível …

Contudo, a agenda de Strong – para promover o jogo das elites globais que ele serve – começou em 1971.
Em 1971, Strong encomendou um relatório sobre o meio ambiente do planeta, Only One Earth: The Care and Maintenance of a Small Planet, coautoria de Barbara Ward e Rene Dubos. O relatório resumiu as conclusões de 152 especialistas de 58 países em preparação para a primeira reunião da ONU sobre o meio ambiente, realizada em Estocolmo em 1972. Este foi o primeiro relatório do mundo sobre o “estado do meio ambiente”.

A Conferência de Estocolmo estabeleceu o meio ambiente como parte de uma agenda de desenvolvimento internacional. Isso levou ao UN General Assembly in December 1972 of the United Nations Environment Programme (UNEP), com sede em Nairóbi, Quênia, e à eleição de Strong para liderá-lo. O UNEP foi a primeira agência da ONU a ser sediada no terceiro mundo.

Como chefe da UNEP, Strong convocou a primeira reunião do grupo internacional de especialistas sobre mudanças climáticas.

Maurice Strong foi um dos comissários da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada como um órgão independente pelas Nações Unidas em 1983.

Aqui está uma breve entrevista de 1972 com Strong pela BBC antes da conferência de 1972.

https://www.bitchute.com/video/SmkVTRyVv9Kx/

Um ignorante a falar de clima, da composição da atmosfera, um conceito que tem tantas variáveis desconhecidas para os maiores cientistas de hoje, contudo, um papagaio de gravata na BBC, ao nível da Greta Tumberg de hoje, a anunciar um apocalipse eminente, um aquecimento global que fracassou, a promover o aborto, através de projecto de eugenia das elites. Um hipócrita miserável com 4 filhos, pretende convencer os demais que o planeta está superpovoado e que só deve procriar e deixar descendência, e que a solução para os demais, pobres e a populaça, é evitar ter filhos, deixar descendência. Um idiota sem valores, cheio de ideias assassinas para governar o globo.

Mais importante, casualidade ou não, o vídeo tem pedaços com ausência de som, no entanto, podemos ouvi-lo a citar David Rockefeller, como é óbvio, o vídeo tem 50 anos, e não houve o cuidado de não citar o mentor, como há hoje.

A conferência de Estocolmo de 1972 foi a primeira do que, até agora, foram 3 conferências, com 20 anos de diferença, impulsionando a agenda global; 1972 em Estocolmo, 1992 no Rio e 2012, novamente no Rio. Coincidência ou um indicador de um plano cuidadosamente elaborado? A de 1972 também foi a base para a criação do Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Este vídeo é a primeira parte de dois feitos na época para discutir o contexto para um desdobramento da Conferência de Estocolmo de 1972. Vale a pena ouvir os discursos cuidadosamente elaborados e as palavras de Maurice Strong.


Contudo, a cereja no topo do bolo é dada por este vídeo de George Hunt, alguém de uma integridade notável, que nos dá o contexto da época, como foi recebida a agenda, quem a promoveu e porquê. Hunt teve o cuidado de gravar o testemunho com especial cuidado, e alguém fez o favor de o conservar até hoje, pela importância que tem para que as pessoas percebam em definitivo, mesmo os mais distraídos que a agenda do clima é uma ferramenta das elites para obter poder, subjugar a população mundial aos seus monopólios da coerção e dos negócios.

https://www.bitchute.com/video/UChrhnvFql2T/

É bom que os donos de algumas colunas de opinião de maior destaque, parem de dar conselhos ao povo, sejam denunciados por promover a nova ordem mundial, negando a sua existência, a sua influência, a sua agenda de eugenia, e taxando todos aqueles que estão acordados, de negacionistas, teóricos da conspiração, maluquinhos, etc.

É através da ONU que esta a Nova Ordem Mundial pretende impor pautas para doutrinar e manejar a população global conforme os interesses destas elites, manter e ampliar os monopólios que lhes permitem evitar a concorrência de mercado, e impor a sua visão do mundo, nomeadamente reduzir a população mundial em 90%, uma crença por exemplo do pai de Boris Johnson apoia incondicionalmente, e que explica como um suposto conservador, apoia a farsa das medidas draconianas do covid, assim como a redução da população no livro Life without Birth: A Journey Through the Third World in Search of the Population Explosion, ao estilo nazi. Quando se percebe a agenda, é fácil perceber como o filho de Stanley Johnson conseguiu chegar a primeiro ministro do Reino Unido. Assim como podemos perceber o “gatopardismo” ou ausência de balizas nas ideologias políticas dos dias de hoje.

https://www.bitchute.com/video/YOlMqJuK5Hr1/


Com este artigo podemos concluir que a sociedade de hoje, de há 200 a 300 anos, é aquilo que os Rockefeller/Rohschind querem que seja, entre outra dezena de famílias, pelo menos enquanto o povo estiver dormindo.

Este poderá e assim espero que seja, o artigo que permite até ao mais empedernido mental, perceber porque o comunismo deixou de ser vermelho e passou a verde, quem promoveu o feminismo de hoje, a revolução sexual, a ideologia do género, os movimentos da Nova Era, permite perceber as modas espontâneas da sociedade a que muitos aderiram sem perguntar o porquê.

David Rockefeller :

 “Whatever the price of the Chinese Revolution, it has obviously succeeded not only in producing more efficient and dedicated administration, but also in fostering high morale and community of purpose. The social experiment in China under Chairman Mao’s leadership is one of the most important and successful in human history.”

“We are grateful to The Washington PostThe New York TimesTime magazine and other great publications whose directors have attended our meetings and respected their promises of discretion for almost forty years. … It would have been impossible for us to develop our plan for the world if we had been subject to the bright lights of publicity during those years. But, the world is now much more sophisticated and prepared to march towards a world government. The supranational sovereignty of an intellectual elite and world bankers is surely preferable to the national auto-determination practiced in past centuries.”

“All we need is the right major crisis and the nations will accept the New World Order.”

Agora a eugenia para os pobres de Henry Kissinger, pai da política do filho único na China, conselheiro político de Nelson A. Rockefeller irmão de David Rockefeller.
 “Depopulation should be the highest priority of foreign policy towards the third world, because the US economy will require large and increasing amounts of minerals from abroad, especially from less developed countries.”


Como podemos constatar a Nova Ordem Mundial não é nenhuma teoria da conspiração, é algo bem real e palpável e houve uma agenda, planeamento, engenharia social sonegado aos povos.

O relatório Kissinger pode ser descarregado aqui, a partir do momento que foi desclassificado, continua actual e a ser agenda geopolítica discreta dos estados unidos e do Império britânico



Comecei com notáveis Portugueses que se fizeram ao mundo, com os descobrimentos e acabo com portugueses deploráveis, uma casta que degenerou, os Portugueses de hoje são tecnocratas inclusivos de cariz socialista, promovidos por aquilo que o filósofo Olavo de Carvalho chama de metacapitalistas, ou que o Prof. José Manuel Moreira apelida de amor platónico entre empresários e poder político, um conluio que vai desaguar no maior totalitarismo que o ser humano já conheceu através dos tempos.


https://www.bitchute.com/video/s3fGnhGwEo0b/

Como podemos ver acima, Durão barroso, é bonito ver alguém subir na vida de forma coerente, não mudou nada, apenas abandonou a semântica do proletariado, do operário, para o mantra panteísta.

Em baixo temos Guterres no ano de 2003. Passados 17 anos olhem só onde chegou.

No começa alertei que estes movimentos eram política, não tinham nada a ver com clima, acham que estou errado? A próxima cronologia já se pode fazer ao covid, mas essa vamos deixar passar mais algum tempo, a verdade será como azeite, virá sempre ao de cima.

“Ao discursar na abertura do XXII Congresso da IS, que decorre em São Paulo, o ex-primeiro ministro – que foi designado unanimemente pelo Conselho da organização candidato à presidência da IS, para cumprir um segundo mandato de três anos – frisou que a IS deve ser multilateral, para servir como “resposta à ideologia neoliberal, à agenda política neoconservadora e à lógica do unilateralismo que sacraliza o mercado, mesmo com o sacrifício da pessoa humana, e procura desmantelar ou enfraquecer o sistema das Nações Unidas, as organizações internacionais e o direito internacional”. Notícia do CM 28 de Outubro de 2003 a citar António Guterres.

Farroupim Dom Fuas Roupinho

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