Antes as mulheres, crianças e idosos eram poupados às atrocidades e eram os primeiros a serem protegidos e a serem salvos em caso de catástrofe. Até nos filmes era assim.

Neste admirável mundo novo do “vai ficar tudo bem”, recheado de ciência, bem comum e dever cívico, e onde profissionais de saúde semeiam o terror e o medo, mas continuam a viajar, a comer em bons restaurantes e ainda têm tempo para escrever livros, postar nas redes sociais, e aparecer na televisão, as prioridades inverteram-se. Preferem continuar no buraco que eles próprios ajudaram a escavar, do que fazer um esclarecimento cabal das pessoas, de dizer a verdade, de ficar de bem com a sua consciência. Preferem o dinheiro manchado de sangue.

Algo normal, perante uma classe de profissionais de saúde que tem gente que assume que fará discriminação durante o atendimento e prestação de cuidados médicos conforme o estatuto de vacinação contra a covid. Juramento de Hipócrates? Código Deontológico? Só para lembrar que não são hashtags do Instagram, nem do Tik Tok. Tem ainda profissionais que propõe sedar pessoas que fazem questões, ou ainda tem terroristas sanitários que apesar de tudo não tomam a vacina, ou que apanham covid apesar de (alegadamente) cumprirem as regras todas.

https://www.facebook.com/perolasdaurgencia/photos/a.1571088122901585/4404351839575185/?type=3&theater

https://www.instagram.com/p/CRFBs5nt-fT/

Algo normal, também numa sociedade onde os homens passaram a ser o elemento mais feminino da família, até gostam de utilizar calças apertadinhas.

Algo normal numa sociedade, onde as pessoas se injetam com uma substância experimental, mas não querem tomar comprimidos para suprimir os efeitos adversos, porque até não gostam de tomar comprimidos.

Normal numa sociedade que só gosta de comer produtos biológicos, evitar alimentos geneticamente modificados e de ter uma dieta vegetariana para evitar o sofrimento animal, mas injetam-se com algo que tem substâncias provenientes de embriões humanos, de chimpanzés e contém ainda organismos geneticamente modificados.

https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/covid-19-vaccine-astrazeneca-product-information-approved-chmp-29-january-2021-pending-endorsement_en.pdf

Normal numa sociedade onde as melhores agências de marketing são as farmacêuticas e os governos, que usam o medo como ninguém para manipulação e controlo das massas.

Normal numa sociedade, onde a manipulação mediática, faz acreditar as pessoas que agora têm acesso a toda a informação, uma ideia errada que impede que elas procurem a verdade.

Os idosos ficam isolados do mundo, meses ou anos sem ver a família, ou quando a veem dão beijos e abraços envoltos em plásticos. Muitos já nem um enterro digno têm, porque morrem de outras causas, mas são codificados com a doença da moda, são contagiosos.

As crianças passam o dia inteiro de máscara, tomam banho em álcool gel e cantam músicas a apelar ao covid e às vacinas. Parece que agora foi inventado um novo conceito “défice imunitário”, para explicar o número crescente de infeções pediátrica, fruto das crianças viverem privadas da sua liberdade. Não é preciso, tantos anos de formação e ainda uma especialidade para compreender que isto iria acontecer. Também pouco é de esperar de pediatras que autorizam a introdução de zaragatoas no nariz de recém-nascidos ou bebés.

Em breve, as crianças vão estar sujeitas à vacina experimental. Assim quer o governo regional da Madeira e o ministro da Educação. Os médicos estão receosos, porque sabem que a história dos “ benefícios são superiores aos riscos” pode não se aplicar na população pediátrica. Até o careca das vacinas, que goza com as pessoas que tiveram reações adversas em Mafra não toca no assunto.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/covid-19-pediatras-divididos-sobre-vantagens-de-vacinar-criancas_n1335243

https://expresso.pt/coronavirus/2021-07-14-Infarmed-suspende-lote-da-vacina-da-Johnson-apos-reacao-adversa-em-Mafra-8b453510

Parece que agora o “superior interesse da criança” já conta alguma coisa, num país onde até retiram as crianças à mãe por não usar máscara na escola, ou onde as crianças são repetidamente bombardeadas com tudo quanto é lixo marxista, como a ideologia de género.

https://andre-dias.net/finalmente-comecam-a-deixar-as-criancas-em-paz/

Os médicos sabem que o impacto da doença da moda em crianças é residual, no entanto um aumento da mortalidade infantil ou de complicações em idade pediátrica após a introdução da vacina será algo difícil de justificar. A população não perdoará. A agonia de perder um filho ou deste ficar com problemas fará as pessoas sair do limiar da razão. A acontecer algo não será apenas uma geração afetada, mas sim pelo menos 3 gerações, a dos pais, a dos filhos e a dos que hão-de vir.

https://www.rtp.pt/play/p8239/e558561/pagina-2

Os casos de miocardite em jovens após a vacinação já não conseguiu passar despercebido, nem à imprensa mainstream.

https://www.cnbc.com/2021/06/23/cdc-reports-more-than-1200-cases-of-rare-heart-inflammation-after-covid-vaccine-shots.html

Por muito dinheiro que ganhem na promoção da pandemia, a verdade vem sempre ao de cima. A desculpa do “estávamos a seguir ordens” de nada servirá.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3170075/

A morte ou hospitalização de crianças resultante da vacinação têm abalado o negócio, ao longo dos anos.

https://archive.nytimes.com/www.nytimes.com/library/national/science/042799sci-vaccine.html

https://www.publico.pt/2009/02/17/sociedade/noticia/especialistas-espanhois-em-saude-publica-pedem-suspensao-da-vacina-gardasil-1365588

https://doctor.ndtv.com/news/days-after-receiving-hpv-vaccination-teenage-girl-in-austria-dies-1756281

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15908063/

Num mundo marcado pelo feminismo, movimento iniciado por uma abortista e eugenista (Margaret Sanger), as mulheres têm que passar todas as etapas da gravidez sozinhas, introduzir uma zaragatoa no nariz antes do parto e ainda parir de máscara. À nascença lá separam a criança da mãe, ao estilo de filme de ficção científica. Normal numa classe que promove o leite artificial, ignorando as vantagens da amamentação exclusiva, do contacto mãe-filho. Tudo gente que gosta do artificial, de transexualidade ou seja do lucro das marcas e farmacêuticas.

https://expresso.pt/sociedade/2021-07-08-Maes-abandonam-mais-a-amamentacao-quando-confrontadas-com-publicidade-ao-leite-artificial.-Estudo-sugere-que-falta-legislacao-para-a-proibir-c713c70a

Apesar de tudo, a prioridade da DGS não é devolver a dignidade às grávidas, mas sim vaciná-las contra a covid.

Diz a DGS “Existem ainda poucos dados sobre a vacinação em mulheres grávidas, mas os dados existentes sobre estas vacinas indicam uma baixa probabilidade de efeitos adversos no feto ou na grávida.” Quais dados?

Diz ainda “Desconhece-se se a vacina é excretada no leite humano, no entanto, com os dados existentes sobre estas vacinas, não é expectável a existência de efeitos adversos na criança amamentada.” Quais dados?

Dados preliminares disponíveis na revista New England Journal of Medicine, dizem que cerca de 15% da amostra não terminou a gravidez e dentro dos efeitos adversos, o mais reportado foi o aborto espontâneo.

Numa atitude defensiva os investigadores afirmam “However, more longitudinal follow-up, including follow-up of large numbers of women vaccinated earlier in pregnancy, is necessary to inform maternal, pregnancy, and infant outcomes.”

https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2104983?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori%3Arid%3Acrossref.org&rfr_dat=cr_pub++0pubmed

Ainda assim a DGS, prefere arriscar, talvez porque saiba que as farmacêuticas estão isentas de responsabilidades. Pouco é de esperar de autoridades de saúde que promovem o aborto (de acordo com os últimos dados foram só 17 mil mortes num ano) e a inoculação de vacinas que contêm substâncias provenientes desses abortos. Um negócio de porta giratória.

A mesma autoridade de saúde que recomenda que as mães não consumam álcool, comam lacticínios, marisco, alimentos ricos em mercúrio, e que evitem determinados medicamentos, sugere a aplicação em grávidas de uma substância experimental, não aprovada, porque os poucos dados sugerem que não tem mal. É seguro.

Mesmo que a sopa mágica tenha etanol (vulgo álcool).

https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/covid-19-vaccine-janssen-epar-product-information_pt.pdf

Mesmo que só existam dados provenientes de animais.

https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/comirnaty-epar-product-information_pt.pdf

https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/spikevax-previously-covid-19-vaccine-moderna-epar-product-information_pt.pdf

Ou os estudos ainda não tenham sido concluídos.

https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/vaxzevria-previously-covid-19-vaccine-astrazeneca-epar-product-information_pt.pdf

A conversa dos “benefícios são superiores aos riscos” é um slogan utilizado pelas farmacêuticas desde sempre. É uma imagem de marca, que com fundos quase ilimitados facilmente se torna imagem de marca também da comunicação social e dos políticos. O mesmo marketing, que dizia que as mulheres grávidas fumarem não tinha mal nenhum.

Nada é isento de riscos, como demonstram dados de experiências anteriores de vacinação em grávidas.

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/4359832/

No final a decisão é de cada um e assim deverá ser, mas solicite o consentimento livre, esclarecido e informado. Assim ditam as boas práticas da bioética.

Ficará escandalizado com as respostas às suas perguntas. Pouco ou nada sabem sobre o que estão a injetar. Seguem ordens.

Bem sabemos que o submarinista das vacinas e o bastonário da ordem dos médicos dizem que o consentimento é dispensável. Porque será? Porque manter a população na ignorância? Porque não promover a vacinação explicando tudo direitinho às pessoas? O que escondem? Porquê usar e perpetuar o ascendente que os profissionais de saúde têm sobre as pessoas? Já agora, se nos outros países há profissionais de saúde que são contra a vacina obrigatória, porque será? Se é tão boa, porque não a querem tomar?

P.S. (Post Scriptum) – Veja os vídeos abaixo.

https://vernoncoleman.org/videos/battle-could-win-us-war

https://telegra.ph/MULHERES-E-CRIAN%C3%87AS-07-25

Gualdim Pais

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