Por estes dias circulava nas redes um mural em italiano que dizia algo como “Se precisas de demonstrar que és livre, então não és livre”. Uma frase extraordinária que ilustra bem o que se passa neste admirável mundo novo, onde a ficção científica já deixou o reino cinematográfico.

Muitas pessoas vacinaram-se com a crença que uma vez vacinadas tudo voltaria ao normal, era para voltar a ver a bola, ver o Tony Carreira, voltar a fazer churrascadas com os amigos, era para o bem de todos. Lamento informar, mas foi enganado, ou melhor foi bem programado para acreditar nessa solução, de que a vacina salvaria tudo.

A concretizar-se a ideia de todos serem vacinados e terem que fazer prova disso, nunca nada será como antigamente. O certificado digital aprovado pelo parlamento europeu com vista a facilitar a circulação entre países, está a ser utilizado de forma indevida para usurpar direitos, liberdades e garantias das pessoas. É a prova provada, que o poder de controlar as pessoas de forma clara, está a ter um gosto especial para os políticos. Nunca foi tão fácil. O que as pessoas desconhecem é que esse certificado estará em vigor até Tedros, ex-guerrilheiro comunista diretor da OMS, decretar o fim da pandemia.

Na verdade, existe a possibilidade disto nunca mais acabar. As pandemias são declaradas conforme o número de casos, o critério laboratorial sobrepõe-se a todos os outros, dada a fiabilidade do teste PCR pode existir o número de casos que forem necessários. Bem, na verdade nem é necessário fazerem-se testes. As autoridades apresentam-nos os números, mas quem confirma se são realmente verdade? Podem ser mentira, podem dizer os números que lhes apetecer, não existe contraditório, como acontecem com as sondagens e estudos de opinião. O Ministério da Verdade de 1984 já está instituído.

Além disso, como acontece sempre em processos de vacinação em massa, o número de casos crescerá de forma exponencial. As variantes surgirão como “cogumelos”. Existe todo um alfabeto grego pela frente. Você será um porquinho da índia a pedalar dentro de uma roda, o resto da sua vida. Usará máscara para sempre, até o seu hálito se tornar um cheiro comum, até deixar de reconhecer o seu rosto ao espelho. Sempre para o seu bem, para o bem comum, para o dever cívico, à espera eternamente pelo “vai ficar tudo bem”. Já reparou que as regras do jogo e da sua vida já não lhe pertencem? Antes de fazer alguma coisa, já só pensa no que a TV, o Costa, a DGS, a Graça Freitas disseram que pode fazer. Voltou à infância, mas a idade não para.

O sistema está bem montado. A OMS que é uma entidade privada, com órgãos não eleitos pelo povo, financiada por diversas entidades, que não tem que prestar contas a ninguém, declara a pandemia.

Os meios de comunicação pagos pelos políticos e pelas farmacêuticas disseminam o medo (a principal publicidade está logo feita), os políticos e os médicos recebem o dinheiro das farmacêuticas para promover a vacinação, mas isentam-se e isentam-nas de responsabilidades colocando a administração da sopa nas mãos dos enfermeiros. Mal pagos e desprezados pelos médicos e políticos, os enfermeiros aceitam injetar a população pouco instruída, inocente, manipulada, a troca de mais um dinheirito ao final do mês, sem sequer saber o que está dentro das seringas, sem conhecer os reais efeitos adversos, nem os efeitos a longo prazo. São simpáticos, uns patetas alegres, a achar que estão a cumprir a sua missão. Mas o melhor é que nem funcione para continuar a ganhar o prémio covid, assim ganha-se em dois lados. Nem sabem que lá dentro estão células de feto humano, porventura do aborto que ajudaram a fazer no turno de há dois meses atrás. Quando alguém desmaia logo após a vacina dizem que é o sistema imunitário a funcionar. Se vomita, os auxiliares limpam. Se não funciona, é preciso mais doses. Os polícias mal pagos e desprezados pelos políticos reprimem quem se recusa a entrar neste labirinto, a troco de algum protagonismo que os leve a serem promovidos. Uma espécie de ritual de iniciação.

https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/covid-19-vaccine-astrazeneca-product-information-approved-chmp-29-january-2021-pending-endorsement_en.pdf

Em 2020, falava-se na possibilidade de haver um certificado digital, era teoria da conspiração, mas passou para o domínio da realidade. O que os políticos ganham com isso? Dizem os ingénuos. Com a exigência de um certificado digital, até o ato de votar (mais uma falsa sensação de segurança) pode ser impossibilitado, uma forma simples, eficaz e a bem da saúde pública. Bem vistas as coisas, com a introdução do voto eletrónico, não será difícil aplicar essa limitação e a perpetuação no poder. Pelo sim, pelo não a oposição largamente composta pela turma do avental, já está controlada, para que as ordens vindas de cima, continuem a ser cumpridas. O Ventura – o anti-sistema, nunca nos abandonará, dizem os ingénuos. Se fosse realmente anti-sistema, esclarecia as pessoas como fez a Sara Cunial e não andava no baile tira máscara, mete máscara, conforme a audiência, nem andava a promover vacinas. Até um professor catedrático, diz que a existência de terapêuticas eficazes não interessa muito aos cidadãos! Porque não? Porque é barato? O povo merece ser esclarecido e não ser empurrado para uma solução que contempla uma vacina não aprovada, aplicada a larga escala, cujos efeitos a longo prazo são imprevisíveis.

https://tvi24.iol.pt/politica/porto/rui-rio-e-antonio-costa-juntos-no-clube-bildeberg

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8209939/

https://rumble.com/vk3fk7-entrevista-dr.-vladimir-zelenko-o-mundo-passa-por-um-teste-divino.html

Falou-se que as máscaras atrasariam o desenvolvimento das crianças, era teoria da conspiração, mas passou para o domínio da realidade. Ficam a ganhar os terapeutas da fala, psicólogos e psiquiatras. Também as farmacêuticas terão a sua quota de lucro, basta difundir a terapêutica medicamentosa como fazem com a ritalina. É sempre a somar.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/mascaras-atrasam-desenvolvimento-das-criancas_a1337492

Falou-se na segregação entre pessoas conforme o seu estatuto de vacinação, era teoria da conspiração, mas também passou para o domínio da realidade. Então se 100% da população for vacinada porquê fazer prova? Afinal de contas, não é para voltar tudo ao normal? Não é suposto ser uma experiência bem sucedida, uma vez que o “vírus” não terá por onde circular? E se não funcionar, porquê fazer prova? Então, mas não era a solução infalível? Se não funciona, não funciona, segue a vida normal, não? Não será razoável deixar alguma parte da população por vacinar até para garantir algum termo de comparação? Porquê e para quê tanta coação e pressão? Uma abordagem realmente científica, contempla pessoas a quem a substância foi administrada e outros que não, só assim é possível atestar a eficácia da vacinação. Já agora para entrar na assembleia da república será obrigatório apresentar certificado?

Falou-se que, apesar dos políticos negarem, a vacina seria obrigatória, era teoria da conspiração, mas também passou para o domínio da realidade. “Universal, facultativa e gratuita” diziam com popa e circunstância. Socialismo fabiano.

Falou-se na possibilidade de pessoas morrerem da vacina ou terem graves problemas, era teoria da conspiração, também está a passar para o domínio da realidade. Se foi assim com a gripe A, porque haveria de ser diferente agora?

https://news.un.org/pt/story/2011/02/1366651-oms-discute-casos-de-narcolepsia-e-vacina-contra-gripe

https://www.rtp.pt/noticias/saude/gripe-ah1n1-suecia-investiga-morte-de-doente-12-horas-depois-de-tomar-vacina_a289562

Falou-se na necessidade de uma terceira dose, era teoria da conspiração, também está a passar para o domínio da realidade.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/bastonario-da-ordem-dos-medicos-terceira-dose-vai-ser-inevitavel_v1337704

Fala-se na possibilidade de existir a necessidade de um reforço periódico, até mensal, é teoria da conspiração, passará ao domínio da realidade. As pessoas serão dependentes de uma droga para poderem usufruir de alguma liberdade, como um toxicodependente necessita da sua dose para ter alguma lucidez. A medicina faz parte da sociedade de consumo. Será como carregar mensalmente o passe dos transportes públicos. Uma espécie de droga pesada, versão legalizada, providenciada pelo estado bem benfeitor, e abençoada pelo submarinista das vacinas, que ganha medalhas em todo lado e será glorificado pela turma do avental.

Fala-se na possibilidade da vacinação contra a covid em crianças trará mais risco do que benefício, é teoria da conspiração, passará ao domínio da realidade. Se foi assim com o Pandemrix para o H1N1, porque agora haveria de ser diferente?

https://www.irishtimes.com/news/crime-and-law/courts/high-court/boy-who-claimed-he-developed-sleep-disorder-after-swine-flu-jab-settles-action-for-900-000-1.4607877

Fala-se que o certificado digital será utilizado como forma de promover o crédito social ao estilo chinês, é teoria da conspiração, passará ao domínio da realidade. Boris Johnson já está com ideias de controlar o que as pessoas comem e o exercício que fazem. Tudo para o bem das pessoas. Amanhã a vacina não será suficiente. Se tiver colesterol, diabetes, gonorreia ou micose no pé, só poderá fazer o que o governo manda, o que o QR code deixar.

Fala-se que o exército virá para as ruas controlar a população e forçar as pessoas a serem vacinadas,é teoria da conspiração, passará ao domínio da realidade. Julga que o submarinista das vacinas anda de camuflado, porquê? A mensagem de que estamos em guerra é clara, que em breve terá os não vacinados com alvo a abater. Até o detalhe da operação de vacinação ter no seu símbolo, uma hidra, não deixa de ser interessante. Os ingénuos dirão “eles não podem a constituição não permite”. Mas que constituição? Decretam estados de emergência sem pareceres do conselho nacional de saúde pública, fazem resoluções do conselho de ministros que passam a ter força de lei (ilegal), acha mesmo que não colocarão o exército nas ruas para controlar a população? Já reparou que as regras do jogo e da sua vida já não lhe pertencem?

Fala-se na possibilidade de até para entrar na igreja será necessário certificado digital, é teoria da conspiração, passará ao domínio da realidade. A diocese do Porto será pioneira, cujo bispo aparenta ter outra religião que não o Cristianismo ou o Catolicismo, tem tiques comunistas, promove a vacina do covid feita de células de fetos humanos (imoral, portanto) e diz que a vacinação está a correr bem, apesar de existirem meia dúzia de negacionistas a dificultar o processo.

Ao contrário das guerras prévias, aqui não terá por onde escapar, não poderá fugir para outro país sem certificado digital, se estiver num subterrâneo as pessoas são denunciar porque você será um perigo para a saúde pública, nem para uma igreja poderá fugir. Esta prisão globalista, comandada pelo digital e pela inteligência artificial e assistida pela estupidez das pessoas será implacável. Não haverá nenhum novo El Dourado.

Nunca é por falta de aviso, mas as pessoas acreditam sempre que o Estado e políticos querem o bem delas. Todo o resto é teoria da conspiração, mas…que se vai concretizando.

http://videos.sapo.pt/KOmNSUWdC3u5JFLTNACf

Em França, as pessoas estão revoltadas com a ditadura sanitária imposta por Macron, com ligações à família Rotschild. O tema das vacinas em França e as guerras com políticos sobre esse assunto não é um tema novo. Este foi o fim da linha, porque os franceses já compreenderam que a pretexto da saúde pública, Macron está a implementar uma sociedade totalitária, conforme ordens superiores. A vacinação é um tema sensível, que pode levar os franceses a corrigir o erro cometido na revolução francesa.

Tudo começou com Pasteur, cientista francês, conhecido como pai da vacinação (cujas mentiras foram repetidas até se tornarem verdade), cujas experiências com a vacina da raiva, mataram o pequeno Édouard Rouyer e que contribuíram para proliferação da mesma doença. Apesar disso, Pasteur silenciou todos os que conheciam a verdade e se opunham a ele.

Segue-se, nos anos de 40, a ocultação deliberada pela Academia de Medicina, de um tratamento eficaz para a difteria, que poderia competir com a vacinação.

Os franceses viveram também a vacinação em massa para a hepatite B, que foi introduzida à custa de dados falaciosos e de propaganda até com jogadores de futebol (como acontece agora com a liga de futebol em Portugal), levando a um aumento da mortalidade e de doentes crónicos. Isso gerou uma grande oposição por parte da população, existindo grandes consequências judiciais e mediáticas. A polémica não ficou por aí porque as crianças continuaram a ser vacinadas através de uma vacina com diferentes valências (DT Polio) que acabou por ser retirada do mercado em 2008 pelas autoridades francesas, devido ao elevado número de efeitos adversos.

Também em 2005, foi retirada a vacina com diferentes valências (Hexavac) foi retirada do mercado, talvez pelo número importante de mortes súbitas de bebés. Ainda assim, a Agência Francesa de Farmacoviligância afirmava que a “relação custo-benefício era favorável”.

A história da vacinação obrigatória por parte dos políticos em França, sugerindo multas, prisão e acesso limitado não é nova.

No fundo existe no povo e dos profissionais de saúde em França, uma grande renitência relativamente à vacinação, levando os políticos a falar em “lobby anti-vacinas”.

O povo francês sabe que os políticos não são de confiança, sabem que as farmacêuticas não são de confiança, os adultos sabem que são o que resta para proteger as crianças.

Já reparou que em Portugal, assim que uma elevada da percentagem da população adulta foi vacinada, foi logo discutido de forma pública a introdução em crianças e grávidas? Em seguida, virão os bebés. Uma vez mais, era teoria da conspiração, passará para o domínio da realidade. Não foi por falta de aviso, mas as pessoas acreditam sempre que o Estado e os políticos querem o bem delas, fazem aquela pergunta comum: o que ganhariam eles com isso? E porque não perguntar o que perderiam?

Por cá não se passa nada. Ninguém morre de vacinas, ninguém fica mal com as vacinas, são só maravilhas, só medalhas para o capitão iglo das vacinas. Se meia equipa de futebol fica de cama, é normal, é o sistema imunitário a funcionar, deviam ter ido mais cedo. Se alguém morre passado pouco tempo de tomar a vacina, as mortes acontecem. Alguma vez tinha de ser a vez, mas se morre de covid, é como se tivesse pesta negra em plena idade média.

O povo quer é o certificado digital e que o deixem em paz, até à próxima dose, que pode ser trimestral, mensal, semanal ou diária, o que interessa é que não o chateiem, possa continuar a encher a barriga de televisão, fazer o passeio dos tristes de fim de semana, ir ao restaurante ao sábado à noite e tirar selfies com o Marcelo.

Vivemos tempos negros, se tudo o que está escrito acima não passar de uma fantasia, de um devaneio, ainda bem para todos, embora os dados e informações apontem no sentido contrário. Viveremos num mundo que fará o comunismo soviético parecer uma brincadeira de crianças, mas não foi por falta de aviso. Como conseguirá explicar aos seus filhos e netos que o seu legado é esse? Que a única coisa que fez foi correr para comprar papel higiénico, usar máscara, álcool gel e fazer de tudo para obter o certificado digital?

P.S. (Post scriptum) – Interessante que num país onde as pessoas lamentam a morte de um capitão de Abril, aproveitam para recordar “fascismo nunca mais”, ao mesmo tempo toleram, compactuam, colaboram com uma ditadura do pensamento único, sanitária e de cor vermelha. Mas o que importa é “fascismo nunca mais”, porque isso é socialmente apetecível.

https://telegra.ph/LIBERDADE-07-25

Gualdim Pais

Pintura: Francisco Goya

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