Neste site, em vários artigos ao longo dos anos que vou escrevendo, tem sido uma das minhas maiores batalhas explicar os fundamentos de eugenia, políticos, religiosos, económicos, por parte das elites, em fazer acreditar os povos de que temos um apocalipse climático. Da necessidade de salvar a terra das garras do “capitalismo selvagem” , e que a mesma é afectada pela actividade do homem.
Admitindo essa possiblidade precisamos de impostos e de abdicar de procriar, consumir, nós povo, porque as elites estão como que a salvo dessas obrigações e supostas necessidades, na senda para deixar o planeta seguir o seu caminho normal.
Além dessas ideias messiânicas que as elites nos querem impingir, tenho deixado de parte nos meus artigos a questão científica no que diz essencialmente respeito aos climatologistas, geógrafos, fisicos atmosféricos, entre outros.

Então, várias vezes sou questionado por crendices e questões específicas que se prendem com problemas extremamente complexos que a ciência não consegue explicar, contudo, como dizem os adeptos da greta, “temos de ouvir a ciência”… foi isto que me levou a trazer aqui as citas dos cientistas. No final quem as tiver lido, pode ficar sem dúvidas, ou pelo menos na certeza de que o aquecimento global antropogénico não tem consensos, nem certezas, e que perante a dúvida, seria melhor parar com estes projectos, impostos, controlo reprodutivo da população e intervenção no mercado, o resultado tem sido desastroso, impossibilita os pobres de terem energia barata para que possam desenvolver as suas economias e mesmo nos do primeiro mundo, remete à pobreza milhões de europeus e sul-americanos

Perante a questão de que estas revindicações da ciência não as ouço a ciência e de que me presto apenas a questões “religiosas”, decidi transcrever algumas citas tiradas do livro “Psicose Ambientalista” realizado pela Comissão de Estudos Ambientais do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Quero lembrar que vivemos tempos obscuros, a demonstração aqui válida para o aquecimento global antropogénico é replicável para a farsa do covid e que a mesma quantidade de cépticos em relação ao clima se encontram em relação ao covid, pois estas agendas, são fabricadas pelos mesmos, a mesma corrupção no clima está presente na indústria da saúde, acontece que na questão covid ainda não reuni tudo no mesmo artigo, mas é um exercício que me proponho a fazer em breve.

Se entenderem a agenda do clima entendem mais fácilmente a agenda do covid.

Querem ciência e cientistas aqui estão eles:

O Prof. Ivar Giaever é dos cientistas mais proeminentes citados no Minority Report 2007 da Comissão do Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado dos EUA (atualizado nos anos seguintes até 2010). É professor emérito do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York, e da Universidade de Oslo, Prémio Nobel de Física de 1973. Figura entre os 400 “cientistas dissidentes”, que denunciaram em manifesto o mito do “aquecimento global” (o número desses cientistas discordantes do mito já subiu para mais de 1000).

Foi também um dos mais de cem signatários da carta de 30 de março de 2009 ao presidente Barack Obama, criticando sua postura ante o aquecimento global.

O Prof. Giaever afirma que “aquecimento global” e “mazelas do desmatamento” vêm se transformando em “dogmas” da ecologia radical:
“O aquecimento global tornou-se uma nova religião”. Frequentemente se ouve falar do grande número de cientistas que apoiam essa nova religião, mas ele afirma que o número não importa, o que importa é saber se os cientistas estão corretos.
E acrescenta que não se verificaram muitas profecias catastrofistas, como a chuva ácida de 30 anos atrás, o buraco de ozono de há 10 anos, e o desmatamento. Na verdade ninguém sabe no que consiste o efeito real da atividade humana sobre a temperatura global.


Em 2007, a American Physical Society (APS) adotou uma posição oficial segundo a qual as atividades humanas estão mudando o clima da Terra: “As evidências são incontestáveis: o aquecimento global está ocorrendo. Se não forem empreendidas ações mitigadoras, provavelmente acontecerão rupturas significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, nos sistemas sociais, atingindo a segurança e a saúde humana. Precisamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora”.

O Prof. Giaever enviou um e-mail para Kate Kirby, chefe da APS, explicando que “não compartilhava com tal declaração”, porquanto a temperatura global continua “surpreendentemente estável”: “A alegação de que a temperatura da Terra passou de 288,0 para 288,8 graus Kelvin [de 15° para 15,8°C] em cerca de 150 anos, se for
verdade, significa que a temperatura tem sido surpreendentemente estável, e a saúde humana e a felicidade melhoraram indiscutivelmente neste período de aquecimento”.

Denunciou que na APS podem ser discutidos todos os temas científicos, menos um que é tabu, portanto intocável. E indaga: “O aquecimento global deve ser tratado como evidência indiscutível?”.

Em 13 de setembro de 2011, o Prof. Giaever renunciou à APS como forma de condenar a posição oficial da associação sobre o aquecimento global. A contestação de muitos outros ao aquecimento global e seus adeptos vai muito além.
Por exemplo, o meteorologista William Gray, pioneiro em furacões, declarou: “O aquecimento global é uma farsa! Dentro de 15-20 anos, nós vamos olhar para trás e ver que era uma farsa”.

O Prof. Ivar Giaever e o meteorologista William Gray não são as únicas vozes discordantes do que se afirma sobre o aquecimento global:
“Não há evidência científica convincente de que a liberação humana de dióxido de carbono, metano ou outros gases-estufa está causando, ou será causa num futuro próximo, de aquecimento catastrófico da atmosfera da Terra e desestabilização do clima da Terra”.

A afirmação é categórica, e foi assinada por nada menos que 31.478 cientistas norte-americanos e incluída como anexo do relatório Climate Change Reconsidered: The 2009 Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (NIPCC) — (Painel Não-Governamental Internacional sobre Mudanças Climáticas). Nas suas 868 páginas, conta com 35 colaboradores e revisores de 14 países. Trata-se da mais abrangente e objetiva compilação já
publicada, da ciência sobre as mudanças climáticas. Esse relatório vai além, pois denuncia que a mídia em geral esconde essas opiniões discordantes do painel governamental da ONU. Para que o leitor possa avaliar a grande fraude que está sendo cometida, imposta à opinião pública em nome do dogma ambientalista, vejam-se a
seguir algumas declarações abalizadas de personalidades do mundo científico, compiladas pelo blog Verde: a cor nova do comunismo.

Eu aqui tenho de fazer um aparte e lembrar os mais esquecidos de quantas vezes leu e ouviu na imprensa falar em consensos em ciência, quando a maioria não sabe que 31.471 cientistas não só acusam a ONU de falsas informações como de manipulação propositada da informação, e contestam evidentemente a farsa do aquecimento global antropogénico. O evento só por si contradiz e desmente a ONU e a imprensa, se 31.471 cientistas fizeram esta apelo, é óbvio que não há consenso, a ONU não pretende seguir a ciência, como tem agenda política por detrás.

Continuemos com considerações da ciência e dos cientistas:

Dr. Jarl R. Ahlbeck, engenheiro químico na Universidade Abo Akademi da Finlândia: “Até agora, as medições do mundo real não dão base para se preocupar com um aquecimento catastrófico futuro”.


Bob Carter, professor de geologia na Universidade James Cook, Austrália: “Ao longo dos últimos anos, vêm sendo registrados sinais climáticos mais frios do que o habitual em todo o mundo, levando muitos cientistas a questionar a moda, já muito desatualizada, do alarmismo com o aquecimento global”.


Prof. David Bellamy, naturalista: “O aquecimento global — pelo menos na última visão de pesadelo moderno — é um mito. Estou certo disso, e também pensa assim um crescente número de cientistas. Mas o que é verdadeiramente preocupante é que os políticos e responsáveis pelas decisões políticas não pensam assim”.


Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Colorado University: “A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU. A temperatura global, em 2007, foi a mais
fria numa década e a mais fria do milênio. Talvez seja por isso que o ‘aquecimento global’ passou a ser chamado de ‘mudança climática’.”


Luiz Carlos Baldicero Molion, Prof. de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas: “Quando digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu o faço com base em dados. Inventaram a história de que os CFCs estavam destruindo a camada de ozônio, e a fórmula é a mesma agora: um terrorismo climático, como o desse aquecimento global”.


Dr. Harrison ‘Jack’ Schmitt, geólogo e ex-astronauta: “É ridículo falar de ‘consenso’ em torno da ideia de que os humanos estão causando um ‘aquecimento global’, quando a experiência, os dados geológicos, a história e o atual esfriamento apontam no sentido oposto. ‘Consenso’ quer dizer apenas que não há um conhecimento definitivo”.

Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama: “Ouço dizer frequentemente que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global, e que o homem está em via de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Como cientista, da mesma forma que muitos outros, penso que isso absolutamente não é verdadeiro”.


Stanley B. Goldenberg, especialista em furacões da National Oceanic and Atmospheric Administration: “Há uma mentira ovante, que está sendo espalhada pela mídia, e que faz acreditar que só uma franja de cientistas não acredita no aquecimento global provocado pelo homem”.


Friedrich-Karl Ewert , geólogo, na convenção da ONU sobre mudança climática em Bonn (07-09-10): “O serviço de climatologia alemão possui medições que remontam a 1701. Nelas lêem-se quase as mesmas tendências para o resfriamento ou para o aquecimento. Do ponto de vista da temperatura global, a mudança é tão pequena que pode ser mais bem descrita como estabilidade das temperaturas. Contrariamente aos cenários dos modelos computacionais, o CO2 antropogênico é vazio de significados, porque sua influência não é reconhecível”.


Dr. Will Happer (foto 2), professor de Física na Universidade de Princeton: “Estou convencido de que o alarme corrente pelo CO2 está errado. Os temores de um aquecimento global antrópico estão desprovidos de garantias e não estão
baseados em boa ciência”.


Dr. Arthur Douglas, ex-presidente do Atmospheric Sciences Department da Universidade de Creighton: “Qualquer que seja o clima, não está sendo causado pelo aquecimento global. Se se pode afirmar que algo está acontecendo, é que
talvez esteja começando um período de resfriamento”

Prof. José Joaquim Delgado Domingos, do Instituto Superior Técnico, Lisboa: “Atualmente, nenhuma das bases de dados de referência mostra aumento global da temperatura terrestre desde 1998, ou da camada superior dos oceanos”.


Prof David S. Gee, professor emérito de Ciências da Terra, Universidade de Uppsala, Suécia: “Durante mais quantos anos o planeta deverá ainda esfriar, para que comecemos a ouvir que o planeta não está aquecendo? Durante mais quantos anos deverá continuar o atual esfriamento?”.


Dr. Denis Rancourt, ex-professor da Universidade de Ottawa, abandona o
alarmismo climático: O movimento da mudança climática antropogênica não é
mais do que um “fenômeno social corrupto. É mais bem um fenômeno psicológico
social, e nada mais do que isso”.


Philip K. Chapman, geofísico, engenheiro astronáutico, ex-astronauta, físico
do MIT: “Todos esses que exigem inverter a curva do aquecimento global com
urgência precisam desligar o pisca-pisca e apresentar algum pensamento sobre
o que deveríamos fazer se, em lugar do aquecimento global, estivéssemos
enfrentando um esfriamento global”.

O efeito estufa não foi cientificamente comprovado

Dr. Takeda Kunihiko, vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia, Universidade de Chubu, Japão: “As emissões de CO2 não causam absolutamente nenhum problema. Qualquer cientista sabe disso, mas não lhe pagam para dizê-lo.
O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados em seus carros, e os de países em desenvolvimento a andarem descalços”.


Dr. Miklós Zágoni, especialista em aquecimento global, que abandonou a defesa do Protocolo de Kyoto: “O instrumento regulador da natureza é o vapor de água: mais CO2 diminui a humidade no ar, mantendo a
proporção geral dos ‘gases estufa’ nas condições de equilíbrio necessárias”.

Geoffrey G. Duffy, professor da Universidade de Auckland, Nova Zelândia: “Ainda que o nível do CO2 dobrasse ou triplicasse, isso virtualmente teria pouco impacto, posto que o vapor de água e a água condensada em partículas nas nuvens dominam a cena em todo o mundo, e assim será sempre”.


Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá: “O CO2 não é um gás poluente. Na verdade ele tem consequências positivas. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das
plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. Os especialistas têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais”.


Dr. Guy LeBlanc Smith, ex-chefe de pesquisas da CSIRO, Austrália: “Ainda estou para ver uma prova crível de que o CO2 está provocando a mudança climática, ou que só o CO2 feito pelo homem a está provocando. Faltam dados
atmosféricos, e os dados dos núcleos de gelo recusam essa hipótese. Quando é que acordaremos coletivamente dessa ilusão enganosa?”.


Prof. Andrei Kapitsa, Universidade de Moscou, pioneiro na descoberta do lago sub-glacial Vostok: “Os teorizadores de Kyoto puseram o carro na frente dos bois. É o aquecimento global que eleva os níveis de CO2
na atmosfera, e não o contrário”.


Dr. Habibullo Abdussamatov, chefe de pesquisas espaciais do Observatório Pulkovo de São Petersburgo: “Os alarmistas do aquecimento global confundiram causa e efeito. Na medida em que a radiação solar aquece a Terra,
CO2 é liberado na atmosfera pelos oceanos do mundo”.

Geólogo Anderson C.R. Soares, em Aquecimento Global – Realidade e Fantasia: “A política dos chamados ambientalistas, desconhecedores da Geologia, é na verdade uma política de suicídio coletivo. Geologicamente falando, as emissões de CO2 não constituem problema, mas uma solução para uma vida melhor aqui na Terra”.


Henrik Svensmark, diretor do Centro para Pesquisas do Clima Solar, Centro Espacial
da Dinamarca: “Aqueles que acham absolutamente certo que o aumento da temperatura
deve-se exclusivamente ao CO2 não têm justificação científica. É pura conjetura”.


Yuri A. Izrael, vice-presidente do IPCC: “Não há prova de uma relação entre a
atividade humana e o aquecimento global”.

Prof. Nir Shaviv, Instituto de Física Racah da Universidade Hebraica de Jerusalém: “Não há evidências diretas que liguem o aquecimento global no século XX com gases estufa antropogênicos”.


Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Ottawa: “Não podemos dizer que o CO2
vá dirigir as mudanças climáticas, e certamente nunca o fez no passado”.


Robert Essenhigh, PhD, Professor de Engenharia Mecânica da Ohio State University: “Certamente podemos tentar o controle e paralisação da produção do dióxido de carbono, mas isto parece ter um custo entre altíssimo e catastrófico. E com qual finalidade, se ela não é problema? Eu não estou sozinho nesta posição, mas muitos que estão no poder não querem ouvir. Então, isto é ciência? Ou é apenas política?”.


Prof. Henrik Svensmark, Universidade Técnica de Copenhague, Dinamarca: “Na verdade o aquecimento global parou e está começando um resfriamento. Nenhum modelo de clima previu esse resfriamento da Terra, muito pelo contrário. Isto significa que as projeções de clima futuro não são dignas de confiança”

Don J. Easterbrook, geólogo na Universidade de Washington Ocidental, Bellingham, EUA: “Uma análise das tendências de aquecimento e arrefecimento ao longo dos últimos 400 anos mostra uma ‘correlação quase exata’ entre todas as alterações climáticas conhecidas do período e a transmissão de energia solar à Terra; e ao mesmo tempo, que não tiveram nenhuma relação com o CO2 ”.


Prof. Patrick Michaels, Departamento de Ciências Ambientais da Universidade de Virginia:“Quem diz que o CO2
é o responsável pela maior parte do aquecimento do século XX não viu as cifras mais elementares”.


Prof. Tom Victor Segalstad, chefe do Museu de Geologia do Museu de Ciências Naturais da Universidade de Oslo, Noruega: “A procura de um mítico naufrágio em CO2, para explicar um incomensurável tempo de existência do CO2, para caber num hipotético modelo de computador do CO2, é o que leva a mostrar que a queima de uma
quantidade impossível de combustível fóssil está aquecendo a atmosfera”.


Dr. Patrick Frank, químico, autor de mais de 50 artigos científicos: “Não há base científica garantida para afirmar que o aquecimento é causado por gasesestufa produzidos pelo homem, porque a teoria física atual é extremamente inadequada para definir qualquer causa que seja”.

Harry Flaherty, chefe do Nunavut Wildlife Management Board, Canadá: “Nós não estamos vendo efeitos negativos sobre a população de ursos polares, que sejam provocados pela chamada ‘mudança climática’ ou pela contração do
gelo. Os ursos polares são muito espertos, adaptaram-se às mudanças climáticas durante muitos milhares de anos. Quando ouvimos falar que os ursos polares estão em via de extinção, sorrimos para nós mesmos”.


Jairam Ramesh, ministro do Meio Ambiente da Índia, em The Guardian, 9-11-09: “Não há evidência científica conclusiva para relacionar o aquecimento global com o que está acontecendo nos glaciares do Himalaia”. O ministro acrescentou que alguns glaciares estão diminuindo, num nível “historicamente não alarmante”, e contradisse o elatório do IPCC de 2007, segundo o qual eles “poderiam desaparecer completamente pelo ano 2035, se não antes”.


Gilberto Câmara, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (In: “Esse número de 20% [das emissões de CO2
do planeta por conta do desmatamento], divulgado pelo G8, é um número ‘chutado’ que está rodando pelo mundo. E a ciência brasileira até agora não se deu o trabalho de checar esse dado. O G8 deve estar equivocado e ter-se baseado em dados fracos”.


Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Mudanças do Nível do Mar: “O nível do mar não está crescendo, e não cresceu nada nos últimos 50 anos”.


Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres: “A visão atual nos apresenta o aquecimento trazendo consequências apocalípticas. Porém, cada vez que a gente analisa o aquecimento climático
medieval, ele nos aparece associado à riqueza. Por toda parte, na cidade de Londres, há pequenos vestígios das vinhas que cresciam durante o período quente medieval. Foi uma era maravilhosamente rica, de grande prosperidade”.

Distorções ou fraudes nos relatórios do IPCC


James Peden, físico da atmosfera, trabalhou no Space Research and Coordination Center de Pittsburg: “Os modelos climáticos não pertencem à ciência, trata-se de brinquedos de montar computadorizados, com os quais a
gente pode construir o que bem entende”.

Dr. John Theon, ex-chefe do Programa de Pesquisas Climáticas da NASA: “Não se justifica racionalmente utilizar os modelos de previsão climática na hora de definir as políticas públicas”.


Hajo Smit, meteorologista holandês, ex-membro do Comitê Holandês junto ao IPCC: “Al Gore incitou-me a realizar uma investigação científica profunda, e isso me levou rápida e solidamente para o campo dos cépticos. Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alteraçõesclimáticas depois que elas tenham sucedido”.


John Zyrkowski, presidente de Lean Techniques, LLC, escreveu o livro. É o sol, e não o seu 4×4. O CO2 não vai destruir a terra, onde afirma que os relatórios do IPCC estão irremediavelmente distorcidos.


Victor M. Velasco Herrera, pesquisador do Instituto de Geofísica da Universidade Autônoma do México: “Os modelos e previsões do IPCC da ONU não são corretos, porque só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados e cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar”.


Carta aberta de 100 cientistas ao secretário-geral da ONU (13-12-2007):

“É impossível deter as alterações climáticas. O IPCC tem publicado conclusões cada vez mais alarmistas sobre a influência climática do CO2 de origem humana, um gás não poluente que é essencial à fotossíntese. As conclusões do IPCC são absolutamente injustificadas. É fútil tentar impedir o clima de se alterar”.

Kelvin Kemm, físico nuclear sul-africano e diretor de Stratek Business: “A conferência do clima de Copenhague continuará a suprimir a verdade científica, e tentando travar o desenvolvimento econômico africano?”

Dr. Philip Lloyd, físico nuclear sul-africano, um dos coordenadores do IPCC: “O volume de CO2 que nós produzimos é insignificante, em termos de circulação natural entre ar, água e solo. Estou preparando um circunstanciado estudo sobre os relatórios do IPCC e dos Sumários para Responsáveis Políticos, identificando o modo pelo qual esses sumários distorceram a ciência”.


Prof Andrei Kapitsa, Universidade de Moscou, pioneiro na descoberta do lago sub-glacial Vostok: “Grande número de documentos críticos submetidos à Conferência da ONU de 1995 em Madrid sumiu sem deixar rastro. Resultado:
só ficou um lado, a discussão sofreu um pesado viés e a ONU declarou que o aquecimento global era um facto científico”.


Dr. Arun Ahluwalia, geólogo da Universidade de Punjab, diretor do International Year of the Planet: “Atualmente o IPCC virou um circuito fechado: não ouve os outros. Não tem abertura mental. Estou deveras surpreso pelo facto de o Prêmio Nobel da Paz ter sido outorgado a Al Gore e ao IPCC com base em conclusões cientificamente incorretas”.



Prof. Claude Allègre, cientista, geólogo, e ex-ministro de Educação, Pesquisa e Tecnologia da França: “As proclamações dos fanáticos dos gases estufa consistem em denunciar a parte do homem no clima sem fazer nada, salvo organizar conferências e preparar protocolos que viram letra morta”.


Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton: “O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista sentar-se num prédio com ar condicionado e fazer rodar modelos de computador, do que se vestir com roupas apropriadas e sair medindo o que realmente está acontecendo do lado de fora, nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os peritos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos”.


Gerald Warner, colunista (The Telegraph, 26-11-2009): “A este ritmo, Copenhague vai se transformar numa convenção de comédia, com o mundo real rindo desses mentirosos. Agora é a hora de montar a resistência maciça aos tiranetes e atingi-los onde dói: no bolso. Aprofundando o caso, pode haver em muitos países processos criminais das pessoas que falsificaram dados para obter financiamentos e impor restrições fiscais potencialmente desastrosas para o
mundo, em decorrência de uma fraude maciça. Há um mundo novo lá fora, e como Al Gore deve ter notado, o clima é muito frio mesmo”

O ambientalismo, campanha midiática baseada em farsa ou fraude


Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC: “Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história. Quando o público perceber a verdade, vai se sentir
decepcionado com a ciência e com os cientistas”.


William Gray, meteorologista pioneiro em furacões (Ken Kayes Storm Center, 02-04-09): “Eu já lhe disse cem vezes: o aquecimento global é uma farsa! Esse pânico vai fazer seu percurso. Dentro de 15 a 20 anos, nós
vamos olhar para trás e ver que era uma farsa”.


Martin Keeley, professor de Geologia do Petróleo no University College de Londres: “O aquecimento global é, além do mais, uma fraude perpetrada por cientistas com interesses dissimulados, mas que têm necessidade urgente de fazer cursos de geologia, lógica e filosofia da ciência”.


Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris: “Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência; mas não é ciência, é propaganda”.


Eduardo Tonni, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade de La Plata, Argentina: “O alarmismo do aquecimento global tem a sua justificação no fato de que é algo que gera fundos [para pesquisa]. Lamentavelmente, trata-se de mais um produto de mercado”.


Lord Monckton of Brenchley: “Os verdes foram apanhados com a mão na botija”.

Dra. Joanne Simpson, cientista da [Física da] Atmosfera: “Desde que deixei de fazer parte de qualquer organização e de receber algum financiamento [para pesquisa], falo com toda a franqueza: como cientista, continuo céptica”.

Ambientalismo, propaganda universal de uma seita neocomunista


Lord Lawson of Blaby, ex-chanceler do Exchequer e ex-secretário de energia da Grã-Bretanha: “A esquerda ficou fortemente desorientada pelo fracasso manifesto do socialismo, e mais ainda do comunismo como ele foi implantado. Em consequência, eles tiveram que encontrar outra via para canalizar seu anticapitalismo”.


Patrick Moore, co-fundador do Greenpeace: “A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migrou para o movimento ambientalista, trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a ‘língua verde’ de um jeito muito inteligente, para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização do que com ecologia ou ciência”.


Prof. Frederick Singer (foto 18), ex-diretor do serviço de satélites meteorológicos dos EUA e revisor do IPCC: “O CO2
é claramente um gás industrial ligado ao crescimento econômico, ao transporte, ao carro, àquilo que nós chamamos de civilização. E há forças no movimento ecologista que são pura e simplesmente contra o crescimento econômico, que eles consideram intrinsecamente mau”.

Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres: “O aquecimento global foi manipulado para legitimar uma série de mitos que existiam previamente: antiautomóvel, anticrescimento, e por cima de tudo contra o grande satã, que são os Estados Unidos”.


Dr. Pal Brekke, físico solar do Norwegian Space Centre em Ohio: “Quem pretende que o debate está encerrado, e que as conclusões são definitivas, faz uma abordagem fundamentalmente anticientífica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época”.


Prof Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973: “Eu não acredito no aquecimento global. Ele transformou-se numa nova religião”.

Roger Pielke Jr, professor de Meio Ambiente, Universidade de ColoradoBoulder, sobre climas extremos de 2010: “Nas questões relativas aos eventos climáticos extremos e à mudança climática, a ciência do IPCC tem um nível similar
ao das interpretações de Nostradamus e dos calendários maias”.


Ian Plimer, professor de Geologia da Universidade de Adelaide, Austrália: “O aquecimento global antrópico [ligado ao homem] é o maior, mais perigoso e mais ruinosamente caro golpe trapaceiro da história. É a nova religião para a
população urbana que perdeu a fé no Cristianismo. O relatório do IPCC é sua Bíblia. Al Gore e Lord Stern são seus profetas”.


Harrison “Jack” Schmitt, ex-astronauta e geólogo da NASA: “O ‘medo do aquecimento global’ está sendo usado como um instrumento político para aumentar o controle do governo sobre a vida dos americanos, suas rendas e
tomadas de decisões”.


Prof. José Joaquim Delgado Domingos, do Instituto Superior Técnico, Lisboa “Tornar prioritário o combate às emissões de CO2, invocando catástrofes climáticas sem fundamento científico convincente, é esquecer o contexto mais global. Uma das mais graves consequências deste reducionismo é a promoção de
soluções altamente centralizadoras e perversas”.


Dr. Evaristo Eduardo de Miranda , chefe-geral do Centro Nacional de Monitoramento por Satélite da Embrapa: “Uma tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adoptam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”

Walter Cunningham, físico e ex-astronauta: “A NASA deveria estar na linha de frente, colhendo provas científicas e desmontando a actual histeria do ‘aquecimento global antropogénico’. Infelizmente, está virando mais uma agência que caiu na política do aquecimento global; ou, pior ainda, da ciência politizada”.

Dr. João Corte-Real, catedrático em Meteorologia da Universidade de Évora: “Não haverá qualquer catástrofe. E se estivermos, de facto, vivendo uma alteração climática em escala planetária, saberemos encontrar soluções para
enfrentar essa situação. Falar em catástrofe não é científico, não é humano, é uma forma primitiva de apresentar as questões”.


Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa: “Como uma pessoa que viveu sob o comunismo a maior parte de sua vida, eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado
e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade, com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”.

Manipulações da Imprensa


Prof. Robert M. Carter, geólogo da Universidade James Cook, Queensland, Austrália: “Desde o início dos anos 90, jornais e revistas do mundo trazem rios de cartas e artigos alarmistas sobre uma hipotética mudança climática causada pelo homem. Esses artigos estão trufados de termos como ‘se’, ‘poderia’, ‘pode’, ‘provavelmente’, ‘talvez’,
‘previsto’, ‘projectado’, ‘modelado’, e outros que pressupõem uma fantasia profunda, ou então uma ignorância de factos e princípios científicos vizinha do absurdo. O problema não é a mudança climática, mas a sofisticada ‘lavagem de cérebro’ que está sendo feita sobre o público, burocratas e políticos”.


Nigel Calder, ex-director da New Scientist, conceituada revista científica internacional: “Os princípios mais elementares do jornalismo parecem sido abandonados. Nós temos uma nova geração de repórteres: os jornalistas ambientais. E se o trabalho deles é jogado na lixo, perdem o emprego! Então as reportagens têm que ser cada vez mais histéricas, porque infelizmente ainda existem directores desabusados que pedem: ‘Você sabe, aquilo que você disse há 5 anos… Bem, agora é muito pior! Os mares podem subir talvez 2,5 metros na próxima terça-feira — e coisas do género. Então o jornalista fica constrangido a ser mais, mais e cada vez mais alarmista”.


Prof. David Deming, geofísico e professor assistente de Artes e Ciências da Universidade de Oklahoma: “Hoje há uma distorção acachapante na imprensa, no que se refere ao aquecimento global. Nos últimos dois anos, esse viés cresceu ao ponto de atingir a histeria irracional. Cada desastre natural que acontece agora é ligado ao aquecimento global, sem importar quão tênue ou impossível é essa conexão. O resultado disso é que o público está largamente desinformado sobre esta e outras questões ambientais”. O Prof. Deming foi punido por autoridades universitárias comprometidas com o alarmismo, por causa desta e de outras declarações semelhantes.


R. Austin e W. Happer, professores de Física em Princeton; L. Gould, professor da Hartford University; R. Lindzen, do MIT, etc: “O céu não está caindo. A Terra vem arrefecendo há dez anos. O presente arrefecimento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem sequer ousam predizer o do resto do século. Será que Al Gore consegue? John Holdren consegue? Estamos sendo inundados com afirmações de que as provas são claras, de que o debate está
encerrado, e de que devemos agir imediatamente. Mas de facto NÃO EXISTEM ESSAS PROVAS, NÃO EXISTEM”


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