Hoje, enquanto aproveitava o estupendo domingo de sol na Escandinávia, e sentia o calor solar no rosto, bebericava uma refrescante cerveja de trigo, divina criação dos monjes, constatei a nova fobia ao homem.

Na Idade Média, a idade da luz e das cores, do gótico/românico, é caracterizada pelo seu entorno socio-cultural como Teocentrismo, na verdade, foram construídas catedrais tão para cima, como a de Burgos, para estarem mais perto de Deus, nem sequer seria Cristocentrismo, em torno de Jesus Cristo. No apogeu da arte do homem, a sociedade girava em torno de Deus.

Para aferir o desenvolvimento, caracterizar de uma sociedade, basta olhar para sua arquitectura, aqui não se trata de discutir algo mais intangível como o conceito de beleza, contudo, temos um problema, a realidade contradiz a narrativa, quando alguém viaja, faz turismo, o normal não é ir visitar construções do pós-modernismo, os mamarrachos panteístas da maçonaria, hedonistas, minimalistas, a grande maioria vai visitar catedrais e as suas envolvências.
Mas as contradições não acabam aqui, elas estão em todo o lado, a maioria da população sofreu uma brutal lavagem cerebral, abandonou os cristianismo para aderir às novas seitas New Age, exige o melhor, cervejas artesanais, as trapistas, come a melhor pastelaria conventual enquanto vomita propaganda do iluminismo.

Há pouco tempo descobriram que os monges já possuíam fornalhas de alta temperatura muito antes da revolução industrial. E faz sentido, a revolução industrial foi o culminar de uma série de descobertas em todas as áreas, a maioria dos conceitos politico-económicos já teriam sido fundamentados pelos padres da escola de salamanca.

A sociedade hedonista de hoje não é o culminar de um conjunto ideias dos últimos cinquenta anos, já começou com Lutero, Maquiavel, e a Revolução Francesa. Foi da crise económica de mil anos após a queda do Império Romano do Ocidente, foram desses mil anos de dificuldades que nasceram as bases para a revolução industrial, não foi o Iluminismo o fermento da revolução Industrial…apesar do Iluminismo, mesmo assim, houve a Revolução Industrial.

Foi apesar das mentiras e manipulações que hoje continuamos a constatar, desde Galileu que não morreu na guilhotina, nem foi perseguido pela Igreja, morreu em paz, com todos os sacramentos, com uma fé que hoje poucos têm, lamento.
A Inquisição não foi aquilo que lhe contaram, a Igreja não queimava bruxas em fogueiras, eram os “iluminados” já com a semente da idolatria ao estado e à revolução Francesa que o fizeram, foi apesar do estado e dos seus instrumentos de tortura que o mundo avançou, foi a inquisição que deu pela primeira vez direitos de ser inquirido ao acusado, o termo soa-lhe familiar? Em substituição das fogueiras estatais e dos julgamentos sumarios populares. Lamento.

A Idade Média não foi a idade das trevas, obscurantista, foi a idade da Luz. Lamento. A maioria dos livros era tudo a cores até os Santos da Catedral de Amiens.

O oposto de Teocentrismo seria antropocentrismo, e podemos constatar que a transição foi essa. Contudo, hoje, 2020 como ponto de partida, estou concencido que já estamos em direcção à Antropofobia.


Antropofobia

As sociedades ditas atrasadas ou as do princípio do século passado, não admitiam o aborto. Admitir o aborto é uma criação do modernismo.
Para entender a sociedade de hoje basta estudar a história do aborto, hoje a maior causa do de morte no planeta, quarenta e cinco milhões de mortos provocados, assassinados, cortados, vendidos, pelo meio milhares de casais ficam sem opção de adoptar, enquanto outros entregam os seus filhos como matéria-prima para a indústria farmacêutica.

Uma sociedade bipolar assassina quarenta e cinco milhões de seres humanos por ano, anda preocupada com os coronavírus, anda máscarada, usa quantidades abissais de alcool em gel, e pretende injectar-se com o que chamam de antídoto de algo que não conseguem visualizar sequer.

Repare que para acreditar em Deus eles precisam de ver, e todos os que acreditam sem ver são rotulados com vastos impropérios, para acreditar existência de um vírus já não precisam de ver, é acordo tácito.

Quando alguém evoca a religião e confia em Deus e nos seu sistema imunitário é um ser atrasado, mas se o “atrasado” alertar que o vírus não foi isolado sequer e que há que consultar a ciência, eles se recusam a ver, ouvir, ler. Logo, estamos no campo da bipolaridade, de uma nova seita.

A sociedade gnóstica tem uma crendice asina nos filantropos, acham que as fundações são um acto de bondade ilimitada com a humanidade. Mas não acredita no acto de bondade de Jesus Cristo que deu a vida por nós, esse será fruto da ignorância e ausência de conhecimento que o iluminismo nos trouxe.

É caso para perguntar? De todas as doenças que estão a matar, também vão implorar aos estados por vacinas para todas essas enfermidades, e caso as desenvolvam, quantas vacinas querem/devemos tomar por ano? Cinquenta? O fígado aguentará? Vão tomar tudo de uma vez, virá um preparado, uma poção mágica do caldeirão?

Para quantas variantes pensam tomar “vacinas” ou tratamentos genéticos de vírus respiratórios? Para as14000 conhecidas, quais vamos optar, as passadas ou as futuras variantes? Vamos segregar as variantes que venham do Haiti, ou da Noruega? Não será melhor tratar a bipolaridade primeiro?

A sociedade ocidental é bipolar, lamenta a ausência de filhos nos casais e paga tratamentos de fertilidade, a mesma sociedade que admite à classe política promover a monstriosidade do aborto , a transsexualidade, um termo que não é mais que uma corrupção da linguagem para esconder as verdadeiras intenções por detrás.
A “troca de sexo” é uma matança que ninguém vê os números, todos gostam muito deles, mas esquecem que a esperança média de vida são 35 anos, já há associações de trans arrependidos que tomaram a inciativa de denunciar o que fazem aos gays, trans, não é mais do que utilizar estas pessoas para fins políticos e financeiros das farmacêuticas. O socialismo sempre utilizou os homossexuais, os últimos anos mais do que nunca, antes eram vilipendiados e depois encinerados, hoje são encinerados na mesma, mas ao som de música New Age com um poema de amor.

Com a massiva promoção desta nova medicina junto das universidades americanas, com financiamento da Fundação Rockefeller, não só a medicina abandonou a vocação como entrou na nova era dos aparelhómetros de diagnóstico, hoje vocẽ vai ao médico e qual Raul Solnado a mandar tossir, hoje temos ao nosso dispor uma série de dispistes que nos dispistam, já que a segunda maior causa de morte no planeta são erros de diagnóstico, com tanta maquina era de esperar que o problema estivesse resolvido.
Até que chegámos à era dos testes ao Polymerase Chain Reaction (em português, Reação da Polimerase em Cadeia), uma técnica da biologia molecular que serviu para sustentar a fraude de uma suposta pandemia.
A questão técnica dos PCR já foi aqui tratada, há literatura suficiente para que gente menor, tenha decoro, e abandone a propaganda miserável, baseada em mentiras, manipulação, forte censura, e totalitarismo.

Já agora não deixe de pesquisar a história de Abril de 2006, dos PCR, no centro académico e médico Dartmouth–Hitchcock, no estado do New Hampshire nos EUA, em que por mais de duas semanas, uma médica internista teve uma crise de tosse que parecia não terminar. E que deu 140 positivos a tosse convulsa, mas quando foram fazer contra analises e contraprova por cultura laboratorial de maior eficácia, em nenhum caso foi identificada a bactéria Bordetella pertussis responsável pela tosse convulsa. O mundo vai descobrir o mesmo do covid mais tarde ou mais cedo, nesse dia vamos grelhar políticos no churrasco, sou católico mas sigo as suas ideias principalmente a do tiranicidio, quando há um tirano temos o direito de o matar, a vida do tirano vale menos que a das crianças, lamento.

Com 99,8% da população desprovida de infecções respiratórias, a humanidade está injectar-se com um preparado de algo não testado, com 2% de efeitos secundários gravíssimos. Sem esquecer que esses 0,2% de mortalidade não só são irrelevantes para o panorama de doenças que afectam o homem, como são também falseados, não só não há autópsias, como mesmo com elas, atribuir a causa de morte a um vírus é algo pouco científico, a causa de morte é sempre algo muito difícil de provar, uma pessoa com 90 anos não morre do vírus, morre de falência de orgãos, se não fosse o vírus não morreria?

A sociedade actual sofre de demência, acha que o covid comeu a gripe, não há maior inocência do que a crendice.

A sociedade actual é bipolar, quer eutanásia e ao mesmo injecta “tratamentos genéticos” a idosos para os salvar, enquanto isso mata-os de saudade da família com distânciamentos sociais entre outras falácias fascistas.

Reparem bem no marketing. A propaganda passa por alertar que com 60 anos pode tomar determinada “vacina” e aos 58 ou 59 está proibida porque tem risco de coágulos, isto é um completo lixo, eu sinceramente não consigo entender como a população, aceita que haja vacinas que matam até aos 40 e depois dos 40 são considerados elixires da vida.
Eu considero que isto é tudo um completo insulto à minha capacidade metal. Não sei como restantes ovelhas o veêm.

A sociedade actual quer dividir a humanidade, segregar, enquanto fala em inclusividade, uma sociedade de puros, impuros, raças, classes, uma sociedade que já promove novos apartheides de raça, sanitários, classes.. Enquanto os políticos se juntam sem máscaras, sem testes, as elites devem ser imunes a determinadas pragas. Será que é por saberem que é mesmo uma farsa para aumentarem o seu próprio poder?

A Nova Era caracteriza-se pelo entorno socio-cultural de Antropofobia, um ódio visceral ao ser humano, à Criação de Deus, aos idosos, às crianças, e à maior instituição de caridade do mundo, a família. Já deixámos para trás a antropocentrismo.


Assim como o Teocentrismo na Idade média foi a base para a Revolução Industrial com a criação das universidades e das ordens religiosas da Igreja Católica, o Antropocentrismo aprofundado no século passado foi o lastro para a Antropofobia que arrancou oficialmente em 2020.

Farroupim Dom Fuas Roupinho