Os políticos não são os actores principais das sociedades, eles dão uma ajuda substancial, mas os politicos não podem tudo, hoje as grandes corporações ditam o rumo, junto com os bancos centrais, outro dia vou tentarei explicar como os bancos centrais estão forçando o grande reset e retirando os políticos de cena, eles ainda representam o povo, de forma pouco legitima, mas como precisam de votos acabam por ter interesses conflitantes.

O maior perigo de hoje, será os povos não perceberem como o capital woke é a maior golpada do socialismo corporativo rumo ao credito social chinês.

As modas sociais de hoje são pura propaganda de esquerda, vão desde o espianço ignorante à acefalia vigíliante, actua de forma permanente, há “stakeholders” partes interessadas e coação para obter financiamento.
Na Índia, os cremes de maquilhagem foram atacados por promover indirectamente a ideia de que a pele clara é melhor do que a pele escura. Houve os habituais grunhidos estridentes e rídículos nas redes sociais para que as empresas proíbam actores e modelos com base em suas predilecções políticas.. é a política do cancelamento, uma coação institucional… Algumas empresas amedontradas chegam a trocar os nomes dos produtos para agradar à manada de gnus na sua migração para grande reset. Muitos destes gnus estão à frente de ONGs, uma forma de monopolizar o mercado através da revolução armada, como os Black Live Matter.
Portugal tem um gnu do Senegal à frente de uma ONG, que bem não, zurra e solta coices ao Padre António Vieira, que nos célebres sermões condenava aqueles que escravizam e ainda diz que “preto” ou “branco” é parte da linguagem imperfeita da Terra.

A politica do cancelamento tem feito estragos consideráveis a pessoas inocentes, hordas de urubus cospem ódio gratuito acenando coma bandeira do racismo, eles todos estão cheios de incongruências factuais e históricas – O partido democrata (o mais representativo do socialismo woke) fundou e homenageia os fundares do Klu Kux Klan, o partido democrata são os pais da intenção de perpetuar o esclavagismo, os maiores genocidas de pretos, gays, eram os comunistas, o Fidel dizia que a revolução não queria cabeleireiros, Che Guevara dava-lhes um tiro na nuca, Stalin enviava-os para morrer nos Gulags na Sibéria, as quotas woke são uma declarada proposta de inferioridade dos negros e das mulheres, o aborto um movimento de esquerda afecta principalmente a comunidade negra, as “vacinas” covid são 3 vezes mais mortais para os negros, <as mesmas pessoas que recusavam produtos geneticamente modificados e reclavam o biológico são os mesmos que agora querem obrigar todos os outros a injecção de terapia genética, os mesmos que queiram salvar o planeta do lixo, que devíamos acabar com palhinhas e usar peles de urso, abdicar do conforto são os mesmos que têm o melhor smartphone do mercado e todos os gadgets possíveis, são os mesmos que promovem 2 máscaras, 30 testes covid por mês e que resultou numa quantidade montruosa de lixo adicional bem à vista de todos nas ruas.

Enquanto os Black Lives Matter destruiam o canadá, partiram lojas, incendiavam edifícios,Trudeau ajoelhou, quando os camionistas se manifestam em família, pacificamente, ao mesmo que limpam monumentos, limpas ruas, Trudeau os classifica de terroristas, racistas, perigosos e jã não incentiva os cartazes de subtrair legitimidade e até violência com a polícia, pelo contrário, promove um estado de emergência, manda os policias confiscar combustível que traziam para se aquecerem.
Ainda menos compreensível é o caso de Niel Golightly, chefe de comunicação da empresa de aeronaves Boeing, que renunciou por causa de um artigo de 33 anos argumentando que as mulheres não deveriam servir nas forças armadas. Quando Barack Obama, um presidente notavelmente progressista, só mudou de ideia sobre o casamento gay na década de 2010.



O woke é uma agenda autoritária de cariz político progressista, totalitária, que envolve activamente corporações na politica de cancelamento.

Quando em 2018, Ross Douthat, do New York Times, introduziu a frase “woke capital”. Essencialmente, Douthat sugeriu que o capital woke substitui o valor económico pelo simbólico. As grandes corporações, fundos privat equity, oferecem aos trabalhadores placebos retóricos em vez de concessões económicas obviamente mais caras, como salários mais altos e melhores benefícios. Os mesmos gestos de “despertar” também apaziguam a elite política de esquerda, promovendo suas agendas de política de identidade, “pluralismo” de gênero, “direitos” transgêneros, multiculturalismo, mudanças climáticas e assim por diante. Em troca, as empresas “acordadas” esperam ser poupadas de impostos mais altos, aumento de regulamentações e legislação para evitar monopólios. Embora o as corporações de capital acordado esteja a engolir os conservadores culturais, os partidos conservadores permanecem pró-corporativos. Há quem defenda também que as empresas reflectem a posição dos accionistas progressistas.

Há um caldo a cozinhar de pensamento único tecnocrático global, tentacular, imposto de cima para baixo.

Mas o movimento do capital “woke” não pode ser apenas explicado na ânsia de acalmar a ira vigilante dos activistas. À medida que o “woke” aumentou e tomou conta de corporações e estados, tornou-se um dispositivo de demarcação, um lema para os membros do cartel, um mantra da manada de gnus, um sinal de de cancelamento, de status, para se identificarem e se distinguirem de seus concorrentes “não acordados”, que obviamente caso não concordem devem ser privados de investimentos de capital.

O capital woke transformou o sistema económico num jogo de monopólio.

Não só tornou o sistema económico num jogo de monopólio, como fez florescer o conflito de interesses e o totalitarismo. Justin Trudeau o primeiro ministro do Canadá aproveita toda esta narrativa como ninguém, ele foi considerado mais ilustre jovem formado por Klauss Schwab no seu programa “Young Leaders”, aprendeu tão bem que quando chegaram as “vacinas” covid, ele já tinha uma participação através da sua fundação para lucrar com cada solução experimental injectada em cada canadiano, um caso clássico de como o capital woke envolveu com tanto vigor um primeiro ministro na restantes partes interessadas na doença pública.

Assim como os canadianos “não acordados” vulgo camionistas são cancelados da vida cívica, apelidados de terroristas ,as empresas não acordadas também são canceladas da economia, deixando os despojos para os acordados. Os cancelamentos corporativos não são meramente o resultado de consequências políticas. Eles estão sendo institucionalizados e realizados por meio do mercado de acções. O “The Environmental, Social, and Governance (ESG), Índice Ambiental, Social e de Governança é uma pontuação de crédito social ao estilo chinês para empresas de classificação. Os planeadores “woke” empunham o Índice ESG para recompensar o grupo e expulsar os não acordados do mercado. O investimento acordado afasta a propriedade e o controle da produção dos não-conformes(negacionistas, racistas, misógenos, extrem-direita, patriarcado, etc). O Índice ESG serve como um bilhete de entrada para entrar nos cartéis acordados.

Várias pesquisas sugerem que o investimento em ESG favorece as grandes empresas em relação às pequenas. O capital acordado confere o máximo de controle possível sobre a produção e distribuição nessas grandes e favorecidas corporações, ao mesmo tempo em que elimina indústrias e produtores considerados desnecessários ou inimigos.

A abordagem de investimento da BlackRock Inc., a maior gestora de activos do mundo; Vanguard, a segunda maior; entre outros dão credibilidade a essa interpretação. A BlackRock e a Vanguard estão solidamente por detrás do arranjo económico das partes interessadas “stakeholders”– o ethos corporativo de beneficiar “partes interessadas” além ou em vez dos acionistas.

Em sua “Carta aos CEOs de 2021”, o CEO da BlackRock, Larry Fink, deixou clara sua posição sobre as decisões de investimento, declarando que “risco climático é risco de investimento” e “a criação de investimentos em índices sustentáveis ​​permitiu uma aceleração maciça de capital para empresas melhores preparados para enfrentar o risco climático”. Fink prometeu uma “mudança tectônica” no comportamento dos investimentos, uma aceleração crescente dos investimentos indo para empresas “focadas em sustentabilidade”. Fink alertou os CEOs: “E como isso terá um impacto tão dramático na forma como o capital é alocado, cada equipe de gestão e conselho precisarão considerar como isso afectará as acções de sua empresa”.


Uma espécie de coacção financeira. E também auando a amazon de Jeff Bezos patrocina o woke através de inumeras ONGs, ou o seu braço armado os BLM, assim como a Google, o facebook, e eles incendiam cidades destruindo os negócios locais, há uma transferância de quota de mercado para as grandes corporações em prejuízo dos pequenos negócios.


Ao lançar o desafio das partes interessadas, Fink ecoou as palavras ameaçadoras do fundador e presidente do Fórum Económico Mundial (WEF), Klaus Schwab, que escreveu em junho de 2020: “Todo país, dos Estados Unidos à China, deve participar, e todos os sectores, de petróleo e gás para tecnologia, deve ser transformado. Em suma, precisamos de uma ‘Grande Reinicialização’ do capitalismo.”

Mas, ao contrário dos gestos retóricos de Schwab, o ditado de Fink de “vai acordar ou falir” não deve ser descartado como discursos conspiratórios. Tem a força directa do capital por detrás disso. Fink realiza o que Schwab só pode promover com propaganda.

A “Carta 2022 aos CEOs: The Power of Capitalism” de Fink continua a promoção de um “capitalismo” de stakeholders, sugerindo que o capitalismo de stakeholders sempre foi o modus operandi de corporações capitalistas de sucesso:

Na verdade a palavra capitalismo pressupõe uma ordem espontânea de mercado em que os meios de produção são privados, livre de coacção, com lucros e prejuízos privados. como podemos reparar nos negócios das farmacêuticas, isso não aconteceu, os lucros ficaram do lado das farmacêuticas e a responsabilidades dos prejuízos causados pela solução experimental foi atirada para os contribuintes, através de acordos semi-secretos entre a classe política e as farmacêuticas. Este é apenas um caso entre muitos outros de como a palavra capitalismo não se encaixa, mesmo que estejam involucradas empresas privadas no meio.

De acordo com Fink, o “capitalismo” de stakeholders não é uma aberração. Ele prossegue declarando, de forma bastante defensiva: “Não é uma agenda social ou ideológica. Não é ‘woke’, é capitalismo”.

Klaus Schwab erige o espantalho do “neoliberalismo” – que ele equipara ao livre mercado – como fonte de problemas econômicos e sociais para as massas. Mas o corporativismo, o favoritismo corporativo e estatal que beneficiam diferencialmente sectores e actores escolhidos dentro dos sectores – e não a concorrência justa e livre – tem sido a verdadeira problema, daquilo que Fink, Schwab e seus semelhantes criticam.

Nota: atenção ao termo “neoliberalismo” que normalmente é usado por aqueles que são destractores ao liberalismo e adeptos do socialismo/estatismo, é quase sempre apresentado como um insulto. No livro do apanhado de crónicas do Prof. José Manuel Moreira “leais, Imprciais, e liberais” a crónica ” A retórica do neoliberalismo” diz algo brilhante – O curioso é que os socialistas se fartaram de mudar de ideologia e de programas políticos, ás vezes em menos de uma década, e mesmo assim são socialistas e nunca “neosocialistas”. E ainda – O neoliberalismo, tecnicamente, é uma figura de estilo, através do qual procura perverter o sentido original do conceito e associar a ideias ou políticas liberais…com o propósito de desacreditá-las no mercado político.
Muitas vezes se atribui a uma medida de um governo o termo “neoliberal”, como se tratasse de uma medida de livre mercado, liberalismo, quase sempre isso não corresponde à verdade, uma privatização com um caderno de encargos de 2000 páginas, um conjunto de leis que entrega um mercado altamente regulado(monopólio) à EDP, não é liberalismo, é uma medida de cartél, socialista portanto. Até porque tendo este caso como exemplo, foi entregue ao partido comunista chinês.

Corporativismo Woke

O corporativismo, também conhecido como “fascismo econômico”, envolve a produção coordenada e o funcionamento da sociedade por um consórcio de grupos de interesse dominantes. Na verdade, o “capitalismo” de stakeholders é uma forma de corporativismo. Além disso, apesar da afirmação de Fink em contrário, o corporativismo que ele promove exerce o poder corporativo e se baseia em sanções estatais para alcançar uma determinada agenda ideológica e política. Essa agenda é o “woke”.
Assim o “capitalismo” woke deve ser chamado de corporativismo woke.

Sem surpresa, o “capitalismo” de stakeholders tem sido visto por alguns conservadores, e até mesmo por alguns socialistas, como uma nova abordagem para o avanço do socialismo. No entanto, o “capitalismo” de stakeholders woke não promove o socialismo de estado como tal. Em vez disso, tende ao socialismo corporativo. Em versões extremas, equivale ao capitalismo com características chinesas – um estado autoritário que, em última análise, dirige a produção com fins lucrativos de entidades corporativas sancionadas pelo estado.

O socialismo corporativo tem uma longa história, que remonta ao final do século XIX, uma conexão com os ideais monopolistas e socialistas de um certo King Camp Gillette, fundador da Gillette Razor Company. Gillette escreveu e financiou a escrita de vários livros para promover um socialismo baseado em corporações. Ele argumentou que o socialismo é melhor estabelecido pela corporação. Incorporações, fusões e aquisições continuariam até que toda a produção fosse finalmente incluída em uma “Corporação Mundial”, com todos os “cidadãos” detendo partes iguais. Embora essa não seja exactamente a visão de socialistas corporativos contemporâneos como Fink e Schwab, eles não são menos presunçosos ou desdenhosos do livre mercado e usam a retórica da diversidade, equidade e inclusão como cobertura para seu fascismo econômico.

Da mesma forma, ao contrário da opinião “correcta”, não é reaccionário opor-se ao “capitalismo” woke. O fascismo econômico, em qualquer forma, é autoritário e totalitário. E, como o déspota Xi Jinping reconheceu em um discurso recente no Fórum Econômico Mundial, não é “igualitário”. Ele coloca o poder econômico e político nas mãos das elites corporativas e estatais, e usa a coerção e o poder do Estado para concentrar o controlo da riqueza nos oligarcas – por mais que eles prometam redistribuí-la por meio da “justiça social”.

Apesar de construir estruturas “culturais”, económicas e sociais paralelas, no curto prazo, o corporativismo woke vai ser desafiado pelo desinvestimento de corporações que respeitam a ESG e pela oposição aos políticos que favorecem o movimento através favoritismo legislativo.

“O capital woke tem sido um meio para diferenciar entre a elite e os outros. É um mecanismo de selecção. Da mesma forma, o Index ESG é o despertar no mercado, este é o “capitalismo” woke, é um mecanismo pelo qual você diferencia entre corporações acordadas e não acordadas.

É um mecanismo de seleção, um dispositivo de demarcação para separar os não conformes dos conformes. E, em seguida, alimenta os investimentos em direcção aos conformes e longe dos não conformes. Segregação e uma forma de coacção.

É uma forma de matar de fome a concorrência, as indústrias e os participantes dentro das indústrias que não estão em conformidade com a agenda WEF. Se você não cumprir esses preceitos, você não sobreviverá, os concorrentes o substituirão. Assim como os indivíduos são cancelados, eles estão cancelando as corporações da mesma maneira.”

A tropa de Davos e do WEF alerta-o repetidamente que “você não terá nada mas será feliz”, será preciso lembrar que se você não possui nada, eles têm tudo?!

Só temos três vértices políticos – socialismo, conservadorismo e liberalismo. Nos dias de hoje o conservadores apoiam as mesmas políticas colectivistas, estatistas do socialismo, enquanto que o liberalismo quase desapareceu do panorama político.

Portanto que lembrar que em qualquer politica colectivista o estado arrecada dinheiro, se ele arrecada dinheiro ele tem de vir do povo, ou seja, sai do seu bolso e entra no dos oligarcas, quando vocẽ entrega o produto do seu esforço a outrém sob coação que é o caso dos impostos, não é só é imoral como você fica mais pobre.
No liberalismo, as pessoas ficam com o seu dinheiro e só o entregam de livre vontade quando há um contrato e o assinam, estamos a falar das sociedades de maior rendimento, iso é fácil de constatar, consulte o o índice de liberdade económica heritage foundation, ou do fraser institut e você vai reparar que os mais ricos têm menos impostos, menos legislação laboral, a dinamarca onde vivo que tem o menor índice de desemprego da europa é o país que é mais fácil despedir, ou seja, o estado não intervém na relação laboral, ou intervém menos, a América o País mais exitoso do último século, era o país mais livre, menos intervenção, menos impostos, menos colectivismo.

Farroupim Dom Fuas Roupinho

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